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Contores(as) dos Anos 80 - Guilherme Arantes

Guilherme Arantes (São Paulo, 28 de julho de 1953) é um cantor e compositor brasileiro. Começou sua carreira como tecladista e vocalista da banda Moto Perpétuo.

Biografia

Em 1976, "um anjo mau, desses que vive nas telas de TV, disse: Vai, Guilherme! ser sucesso na vida. E ele foi." Mas, já em 1977, Guilherme Arantes, paulistano da Bela Vista - o famoso bairro do Bixiga - declarava à Folha de S. Paulo, bravo: "Eu não abandonei a FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) no quarto ano para ser herói de gravadora". Referia-se a uma pendenga com a Som Livre. E até hoje Arantes é polêmico no que se refere a suas declarações, no que concerne ao mercado fonográfico.

Na mesma entrevista, ele explicava: "minha geração de músicos saiu aos trancos. O tempo dos festivais tinha passado e o dos grandes movimentos musicais também. Além disso, o momento estava mais para parar que para começar." A verdade é que, com o fim do Moto Perpétuo, grupo de rock progressivo, que durou de 1974 a 1975, veio o vazio. Ele mesmo confessaria: "o Moto Perpétuo durou quase um ano e quando paramos eu fiquei um pouco perdido".

Foi nessa altura da vida, que uma de suas composições estourou e foi utilizada na trilha sonora da telenovela Anjo Mau (de Cassiano Gabus Mendes, exibia na Rede Globo em 1976). E quem não se recorda da famosa frase musical "quando eu fui ferido, vi tudo mudar", que a rigor, segundo Arantes declarou a Leda Nagle, no Sem Censura, da TVE Rio, seria originalmente "me atirei no mundo e vi tudo mudar". A canção teria sido mudada às pressas, a pedido do produtor musical da telenovela, para adequar-se ao personagem vivido pelo ator José Wilker, reinterpretado mais tarde, em 1997, pelo colega de Polissonante - o primeiro grupo amador de Arantes - o ator Kadu Moliterno.

Quanto a Meu mundo e nada mais - a tal canção - se tornaria um ícone no imaginário popular brasileiro - identificada já nos primeiros acordes - a famosa abertura de solo de piano. Daí para a frente foram 25 temas para telenovelas da Rede Globo, várias canções incluídas em especiais infantis, entre elas o tão famoso Lindo balão azul, que o tornaria famoso nacionalmente, muitas gravações por parte de grandes nomes da MPB, incluindo o rei Roberto Carlos, Elis Regina, Sá e Guarabira, MPB4, Caetano Veloso, Emílio Santiago, Maria Bethânia, Leila Pinheiro, Joanna, Fafá de Belém, Quarteto em Cy, entre tantos outros, além do bônus de "Deixa chover" tocada em "Joana, a Virgem" - telenovela de produção venezuelana.

E, com isso, lá se vão trinta anos de carreira solo e o reconhecimento imediato de pelo menos vinte canções que ele canta e toca na televisão ou nos cerca de 140 espetáculos ao ano que promove Brasil afora. É fato corriqueiro ouvir o público cantando euforicamente seus 20 maiores sucessos com ele, em shows, embora declare, sempre nos bastidores, que jura que ainda vai gravar um disco chamado "Os Vinte Maiores Fracassos de Guilherme Arantes", com muitas de suas canções mais bonitas e que, por uma razão ou outra, não foram muito executadas.

Foram também 34 coletâneas e 25 discos de carreira, incluindo Clássicos (1994), em que propunha novas versões para os clássicos da música internacional do período 1968-1972, mas, como "bom leonino", e "inconformado" com "apenas isso" para sua extensa carreira de 30 anos, Arantes possui ainda, e para o orgulho do Brasil, já que ele é o único a obtê-lo até agora, o "certificado Steinway", da famosa fábrica americana de pianos, uma espécie de ISO 9002 dos pianistas mundiais.

Gravou, ainda, em 2000 um disco com características new age intitulado New classical piano solos, em que demonstra todo seu requinte pianístico, e que tem nos vocais a filha mais velha Marietta. Em 2001, gravou seu acústico, pela Sony Music, no Teatro Mars - no velho Bixiga - em São Paulo, que lhe rendeu também um DVD ao vivo, naquele mesmo ano.

Em 2003, após quatro anos sem disco de inéditas, retornou à gravadora Som Livre, com o álbum "Aprendiz", que trazia a música "Casulo", tema da novela "Agora é que são elas" (TV Globo) e nesse período também passou a realizar, esporadicamente, shows com Leila Pinheiro e outro com Flávio Venturini.

Em 2007, lançou pela Som Livre, dois produtos de uma só vez: o CD/DVD Intimidade, com os maiores sucessos reunidos em versões acústicas, gravados em clima intimista em seu Estúdio Coaxo de Sapo, na Bahia e o CD de músicas inéditas Lótus, com destaque para a retomada de parcerias com Nelson Motta, em "Vaivém (Amor de Carnaval) e "Verão de 59", além de "Disque Sim", música composta com Max Vianna, filho de Djavan. Nesse disco, a maior surpresa é o rap "Tributo" (cena de Cinema), uma valorização aos ídolos da Raça Negra. Na turnê de divulgação desse novo disco, que passou por São Paulo em fevereiro/2008, lotando o Citibank Hall, pelo menos 21 músicas são tocadas, em versão solo ou Banda. (Fontes: www.lancelegal.net, www.planetaguilhermearantes.com, www.somlivre.com).

Assim, nesses últimos trinta anos, Guilherme Arantes, que nunca negou sua eclética multi formação musical, de quem começou tocando chorinho aos quatro anos de idade, num cavaquinho presenteado pelo pai, o doutor Gelson Arantes, médico e amigo do doutor Paulo Vanzolini, transitou do rock ao pop, do pop à MPB, da MPB a New Age, da New Age de volta a MPB com uma familiaridade de dar inveja a qualquer músico de primeiríssima linha do cenário mundial.


SOU UM POUCO DE TUDO


" Sou um pouco de tudo", diz Guilherme Arantes, "e o que mais me inspira é o amor, departamento mais fascinante do ser humano, que foge à racionalidade e é um mundo vasto, profundo."

Isto remete, de imediato, ao cantor de Êxtase, Prelúdio, Um dia, um adeus. Mas, o paulistano da Bela Vista Guilherme Arantes está longe de ser somente reconhecido por esse repertório de canções românticas.

Garoto prodígio, tocou cavaquinho e bandolim aos 4 e piano aos 6. Deixou professores de piano de cabelo em pé e literalmente na mão. Em função de sua rebeldia musical tornou-se praticamente um autodidata. Músico profissional aos 15. Músico de baile aos 17. Tecladista do irreverente Jorge Mautner aos 19.

Aos 21, por influência do que acontecia na Europa pós-Beatles, torna-se progressivo, no já cultuado Moto Perpétuo. " Verde Vertente hoje consta imponente em antologia do rock brasileiro dos anos 70, ao lado de A Barca do Sol, O Terço, Som Imaginário, Joelho de Porco, Bixo da Seda,Casa das Máquinas, entre outros.

Aos 23, Guilherme Arantes abandona a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, da Universidade de São Paulo (FAU-USP), e passa a tocar 530 vezes na novela das 7 da mais poderosa das emissoras brasileiras, o que acabaria lhe rendendo o apelido de "menininho da Globo" .

Mais tarde, uma jornalista da Folha de S. Paulo diagnosticaria: Um Anjo Mau disse: " Vai, Guilherme, ser sucesso na vida...e ele foi ". E o tema Meu mundo e nada mais, adaptado para o personagem de José Wilker, em Anjo Mau, em 1976, seria só a porta de entrada de sua carreira solo, via Som Livre. A partir daí, foram 25 novelas, 25 discos de carreira, 34 coletâneas, um DVD acústico solo, em 2001, pela Sony, projetos de outros com Leila Pinheiro, Flávio Venturini e com algumas orquestras sinfônicas que se dignam a tocar MPB.

O novo DVD, pela Som Livre, gravado em sua ONG - Instituto Planeta Água - na Bahia, abriu a série Intimidade para a Som Livre, em 2007.

Em 1977, para a novela Duas Vidas , de Janete Clair, Guilherme compõs Cuide-se bem. No mesmo ano, a belíssima Baile de Máscaras entra na trilha de uma novela fadada à incompreensão: Espelho Mágico, de Lauro César Muniz, e que era o retrato do retrato: a metalinguagem do mundo da TV.

Em 1979, para Pai Herói também de Janete Clair, indica 14 anos, do disco A Cara e a Coragem (Warner Music), que tratava da temática de um jovem, anos 70, meio angustiado e perdido numa sociedade que se industrializava em nome do progresso.

Mas, enquanto suas músicas faziam sucesso nas trilhas de novelas, o angustiado e inquieto Guilherme trilhava caminhos quase alternativos. No mesmo momento em que os também inquietos e irreverentes músicos da Vanguarda Paulista freqüentavam os embolorados porões do Lira Paulistana, reduto do inconformismo musical dos anos 80, Guilherme se lançava no projeto de Coração Paulista, que se não foi um grande sucesso de público, tornou-se cult e sucesso de crítica, abrindo caminho para que Elis Regina lhe telefonasse pedindo um hit. E o hit veio imediatamente com Aprendendo a Jogar. Elis também gravaria Só Deus é quem sabe.

Em 1981, uma nova guinada: na trilha sonora da novela Baila Comigo, de Manoel Carlos, estoura com Deixa Chover, tema para a personagem de Betty Faria.

Logo em seguida, Guilherme se tornaria alvo de uma polêmica histórica na MPB - qual era a melhor canção do II MPB Shell - Purpurina cantada por Lucinha Lins, que ganhou o festival debaixo de uma vaia de 10 minutos, ou Planeta Água, aclamada pelo público minutos antes, e segunda colocada ?

A partir de 1982, surpreendentemente, Guilherme estoura um ou dois hits pop a cada disco. O melhor vai começar, Lance Legal, Pedacinhos, Graffitti, Cheia de Charme, Fã Número 1, Olhos Vermelhos, Coisas do Brasil, Marina no Ar, Ouro, Loucas Horas.

Nessa altura, Guilherme Arantes estourava para o grande público já com 10 anos de carreira no disco, e no pop carioca (quem diria!) e outros tantos anos deixados para trás, como músico profissional.

Em 1987, a canção Um dia, um adeus , composta em um momento difícil no casamento com a 'absurdette' Luísa, torna-se um hit inimaginável na carreira de Guilherme, competindo com O amor e o poder da talentosa cantora Rosana, como tema dos personagens de Vera Fischer e Nuno Leal Maia, na polêmica Mandala, de Dias Gomes e Agnaldo Silva.

Em 1989, um magnífico CD - Romances Modernos - traz Muito Diferente e o tema de Edson Celulari, Raça de Heróis, na já cult Que Rei sou eu?!, de Cassiano Gabus Mendes. Em 1990, um Guilherme mais "social' surge em Pão. O disco refletiria a maturidade do pai de quatro filhos, vendo-os crescer, num mundo que tentava se desmilitarizar e enveredava pela modernidade de CDs, DVDs, Internet. Mas que também trazia o sertanejo, o forró, o axé e outros ritmos populares, impostos pela mídia, que irremediavelmente também se popularizava depois de tantos planos econômicos, e que, de certa forma, deixariam a MPB um tanto à deriva, no mar da indústria fonográfica.

Vieram ainda, naquela década, Crescente (1992), Castelos (1993) e Clássicos (1995), em que revisitava velhas canções que já haviam se tornado clássicos do pop mundial, sob a batuta do inglês Grahan Preskett. Em 1997, veio a Maioridade, pela Globo/Polygram, marcando seus 21 anos de carreira. Em 1999, lança um disco pela Playarte, trazendo um Guilherme muito romântico, mas ao mesmo tempo preocupado com o novo milênio, que se aproximava, além da regravação de Na linha do horizonte, do também progressivo Azymuth.

O ano 2000 trouxe um Guilherme Arantes tocando progressivo/new age, no CD totalmente instrumental New Classical Pianos Solos. Trouxe, ainda, um Guilherme animado com o convite da Steinway Hall, para ser o segundo brasileiro, depois de Guiomar Novaes, a tocar em seu famoso lounge, com alunos da Julliard School e a presença marcante de Marietta Arantes, sua filha mais velha, nos vocais.

Mas, os anos 1990/2000, além da modernidade do digital trouxeram também a pirataria: a do camelô de esquina e a internalizada pela praticidade do MP3. Artistas da MPB em geral, todos, passavam a buscar seus próprios caminhos a trilhar, num mar de cópias falsas. Mas o CD traz, também, a imposição das regravações e Guilherme completa 33 delas em poucos anos: uma fórmula mágica, também, das gravadoras girarem seus catálogos, sem o ônus dos relançamentos.

O DVD, no final dos anos 90, início dos 2000, trouxe a obrigatoriedade do "ao vivo". A moda, implementada aqui pela MTV, lança a obrigatoriedade do "unplugged": o nosso "acústico". E lá vai, de volta, o nosso Guilherme, aos quase trinta anos de carreira para o bom e velho Bixiga, onde nasceu, para filmar no Teatro Mars, o seu acústico para a Sony, com seu indefectível tênis vermelho de skatista e duas inéditas: Vai ficar prá mim, uma balada de despedida, e Prontos para amar, tema para a jovem Taís Araújo, em Porto dos Milagres, de Agnaldo Silva, para o horários da 21 horas.

Em 2000, veio, na vida pessoal de Guilherme, a saída de São Paulo, rumo a Salvador, Primavera e Outono, uma namorada mais que amada, e que ele lançaria em música, em 2004, em primeira mão na web - uma experiência bastante interessante.

Em 2003, também, chegaria Aprendiz , em que Guilherme se renovava na busca de novos ensinamentos: um verdadeiro "aprender para ensinar" (em sua ONG: o Instituto Planeta Água ), como preconiza a pedagogia do ilustre Paulo Freire. Naquele mesmo momento, Casulo vai para a trilha de Agora é que são elas , uma novela que ficou pouquíssimo no ar.

Em 2007, um novo CD de inéditas é editado: nasce Lótus. Mais que seu 25º disco de carreira (incluindo o CD do DVD Intimidade), é uma flor que nasce do tempo. Do tempo de estrada consolidada por um músico multifacetado e quase atípico. Um Guilherme Arantes múltiplo e sempre cheio de novas idéias como aquele jovem que compôs Amanhã, em um ônibus da antiga CMTC, na subida da Rua Augusta, rumo ao centro da cidade de São Paulo, ainda nos tempos da Faculdade de Arquitetura da USP, em um caderno de anotações.

Lótus chega como o novo projeto daquele Guilherme Arantes que não se deixou influenciar maleficamente por um Maracanãzinho superlotado gritando seu nome. Nem por dezenas de hits. Nem por dezenas de gravações e regravações por parte de grandes nomes da MPB: Caetano, Elis, Roberto Carlos, Maria Bethânia, Fafá de Belém, MPB4, Wando. Ou de jovens talentos como Mart'nália, Paulo Ricardo, Max Viana, Pedro Mariano, Zélia Duncan e Adriana Calcanhoto (que incluiu Meu mundo e nada mais no seu recente show Maré). Um Guilherme Arantes sempre em busca, apenas, de seu bom e velho caderno de anotações.

Lótus: o novo CD de Guilherme Arantes

Discografia

Com o Moto Perpétuo

    * Moto Perpétuo - 1974

Carreira Solo

    * Guilherme Arantes - 1976
    * Ronda Noturna - 1977
    * A Cara e a Coragem - 1978
    * Guilherme Arantes - 1979
    * Coração Paulista - 1980
    * Guilherme Arantes - 1982
    * Ligação - 1983
    * Fio da Navalha - 1984
    * Despertar - 1985
    * Calor - 1986
    * Guilherme Arantes - 1987
    * Romances Modernos - 1989
    * Pão - 1990
    * Crescente - 1992
    * Castelos - 1993
    * Clássicos - 1994
    * Outras Cores - 1996
    * Guilherme Arantes - 1999
    * New Classical Piano Solos - 2000
    * Aprendiz - 2003
    * Lótus - 2007
    * CD e DVD Intimidade - 2007

Compactos

    * Estatísticas - 1979
    * Deixa Chover - 1981
    * Planeta Água - 1981
    * Pedacinhos/Tão Blue - 1983
    * Xixi nas Estrelas - 1984

Ao Vivo

    * Meu Mundo e Tudo Mais - 1990
    * Maioridade - 1997
    * Guilherme Arantes - Ao Vivo em Salvador - 2000
    * CD e DVD Guilherme Arantes - Ao Vivo (Teatro Mars/SP) - 2001



- Postado por: verdeamarillo às 21h08
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Contores(as) dos Anos 80 - Eduardo Dusek

Eduardo Dussek (Rio de Janeiro, 1 de janeiro de 1957) é um ator, cantor e compositor brasileiro.

Biografia

Começou a carreira artística como pianista de peças de teatro aos quinze anos, quando estudava na Escola Nacional de Música. Mais tarde passou a compor suas próprias canções e montou uma banda, que acabou apadrinhada por Gilberto Gil.

A partir de 1978 já tinha algumas composições gravadas por nomes de peso da MPB, como As Frenéticas (o samba "Vesúvio"), Ney Matogrosso (o fox "Seu tipo") e Maria Alcina (o frevo "Folia no Matagal", dois anos depois regravada por Ney Matogrosso) - todas em parceria com Luís Carlos Góis.

Suas composições buscavam aliar sátira e bom humor. Em 1980 participou do festival MPB Shell da Rede Globo com a debochada canção "Nostradamus", que não se classificou mas ficou conhecida pelo público. Por essa época gravou o primeiro LP, "Olhar Brasileiro". Mas o estouro sucesso viria em 1982, quando flertou com o ainda incipiente pop/rock, no LP "Cantando no Banheiro!, com "Barrados no Baile" (com Luís Carlos Góis), "Cabelos Negros" (Com Luiz Antonio de Cássio) e "Rock da Cachorra" (Leo Jaime).

Dois anos depois, notabilizou-se com o LP "Brega-chique", cuja faixa-título, mais conhecida como "Doméstica", fazia uma sátira social, bem no clima do teatro besteirol da época. Em 1986, lançou "Dusek na sua", com "Aventura" e com "Eu Velejava em Você", uma das mais tocantes músicas da MPB, depois regravada por Zizi Possi . Em 1989 voltou à cena com o musical "Loja de Horrores", em que atuava no papel de dentista. Nos anos 90, afastado da função de cantor, interpretou a personagem do Capitão-Mor Gonçalo na novela "Xica da Silva", da extinta Rede Manchete; atuou como diretor de espetáculos e, no fim da década, voltou a apresentar alguns trabalhos como humorista e cantor, um deles sobre Carmen Miranda.

Maiores Sucessos

    * 1975 - Piccadilly Rock
    * 1982 - Rock Da Cachorra
    * 1982 - Barrados No Baile
    * 1983 - Cabelos Negros
    * 1984 - Brega-Chique
    * 1984 - Lua My Love
    * 1985 - Tudo Em Cima
    * 1987 - Nem Tanto Tempo Assim
    * 1988 - Castigo
    * 1988 - Amor E Bombas
    * 1989 - Que Rei Sou Eu? (Com Luni)
    * 1989 - Sou Eu
    * 1995 - Happy Hour
    * 1996 - Encontro Das Águas
    * 2001 - Alô Alô Brasil
    * 2003 - Tá-Hi
    * 2007 - Gula
    * 2007 - Tamanho Não É Documento

Trabalhos Na TV

    * 2007 Sítio do Picapau Amarelo - Barão de Münchhausen
    * 2006 Bang Bang - Príncipe Von Kristoff
    * 2005 Sob Nova Direção - Ele Mesmo
    * 2005 A Lua me Disse - Caricato
    * 2004 Celebridade - Ele Mesmo
    * 2001 As Filhas da Mãe - Ele Mesmo
    * 1999 Você Decide - Numa Sexta-Feira 13: Parte 2
    * 1996 Xica da Silva - Capitão-Mor Emanuel Gonçalo
    * 1991 Floradas na Serra - Bruno
    * 1983 Plunct, Plact, Zuuum - Mestre de Matemática

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Dusek



- Postado por: verdeamarillo às 15h51
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Cantores(as) dos Anos 80 - Fabio Jr.

Fábio Correa Ayrosa Galvão, conhecido como Fábio Júnior ou Fábio Jr. (São Paulo, 21 de novembro de 1953) é um cantor romântico e um ator brasileiro. Teve vários papéis de protagonista na Rede Globo. Atualmente, esta sem fazer novelas desde de 1998, seu último trabalho foi na novela Corpo Dourado.

Biografia

Começou na música tocando com os irmãos em grupos como Os Colegiais, Os Namorados, Bossa 4 e Arco-Íris e, mais tarde (em 1971) se lançou em carreira solo gravando canções em inglês (com pseudônimos como Uncle Jack e Mark Davis, sendo que como o último teve um hit, "Don't Let Me Cry", de 1973).

Adotou o pseudônimo de Fábio Júnior para não ser confundido com o ator Flávio Galvão e começou a apresentar, ao lado do cantor Sílvio Brito, o programa Hallelluyah!, na TV Tupi.

A televisão foi um meio fundamental para a carreira de Fábio. Gravou seu primeiro compacto como Fábio Júnior em 1975. No ano seguinte, participou de sua primeira telenovela, Despedida de Casado, que foi censurada. Sua estréia na tela se deu na novela Nina, mas uniu seus dois talentos em um Caso Especial chamado "Ciranda Cirandinha", na Rede Globo, que se tornou série. No episódio "Toma que o Filho é Teu" lançou a música "Pai", que inspirou a novela Pai Herói , em 1979. Até hoje, esta é sua canção mais emblemática.

Em 1980 atuou pela única vez no cinema , no filme Bye Bye Brasil, de Cacá Diegues. Seu primeiro LP foi lançado em 1981, mas Fábio Júnior não abandonou a carreira de ator, trabalhando nas novelas Cabocla, em 1979, Água Viva, em 1980, O Amor é Nosso, em 1981 e Louco Amor, em 1983, todas na Rede Globo. Em 1983 gravou seu primeiro especial para a TV (Nunca Deixe de Sonhar) e passou a se dedicar somente à carreira de cantor, cuja tradição em baladas românticas já haviam lhe dado o epíteto de sucessor de Roberto Carlos. O casamento com a atriz Glória Pires (garantindo o papel de "casal perfeito", que os levou a representar Romeu e Julieta em um especial de televisão) também garantiu os holofotes necessários ao cantor. Em 1985 voltou à TV com a novela Roque Santeiro e trocou a Som Livre pela CBS. Na nova gravadora, passou a dedicar-se à sua carreira em castelhano, que culminou em 1987, quando ganhara o prêmio "Antorcha de Plata" (Tocha de Prata) no festival chileno de Viña del Mar. Nesse mesmo ano gravou a canção Sem limites pra sonhar com a cantora britânica Bonnie Tyler (que cantava a parte da letra em inglês).

Fábio Júnior é pai da também atriz Cleo Pires, fruto do casamento de Glória Pires. É também pai de Krizia, Tainá e Filipe Galvão, frutos do seu casamento com Cristina Karthalian. Teve um casamento relampago com a atriz Patrícia de Sabrit que só durou 3 meses.

Casou-se pela sexta vez no dia 1 de setembro de 2007 com a modelo Mari Alexandre.

Filmografia

Trabalhos na televisão

    * 2004 - A Diarista .... Ele Mesmo
    * 1998 - Corpo Dourado .... Billy
    * 1996 - Antônio Alves, Taxista .... Antônio Alves
    * 1993 - Você Decide
    * 1992 - Pedra sobre Pedra .... Jorge Tadeu
    * 1990 - Brasileiras e Brasileiros
    * 1985 - Roque Santeiro .... Roberto Mathias
    * 1983 - Louco Amor .... Luís Carlos Becker
    * 1981 - O Amor é Nosso .... Pedro
    * 1980 - Água-Viva .... Marcos Mesquita
    * 1979 - Malu Mulher .... Jorginho
    * 1979 - Cabocla .... Luís Jerônimo Vieira Pires
    * 1978 - Ciranda cirandinha .... Hélio
    * 1977 - Nina .... Anjo (Alvinho)
    * 1969 - O Feijão e o Sonho

Filmes

    * 1982 - Pirlimpimpim .... Príncipe
    * 1980 - Romeu e Julieta .... Romeu
    * 1979 - Bye Bye Brasil .... Ciço

==Discografia==

    * 1975: Fábio Jr.
    * 1979: Fábio Jr.
    * 1982: Fábio Jr.
    * 1984: Fábio Jr.
    * 1985: Fábio Jr. Quando Gira o Mundo
    * 1986: Sem Limites Pra Sonhar
    * 1988: Fábio Jr. Vida
    * 1989: Fábio Jr. Ao Vivo
    * 1991: Fábio Jr. Intuição
    * 1992: Fábio Jr.
    * 1993: Fábio Jr. Desejos
    * 1994: Fábio Jr.
    * 1995: Fábio Jr.
    * 1996: Fábio Jr. Obrigado
    * 1997: Só Você e Fábio Jr. Ao Vivo
    * 1998: Compromisso
    * 1999: Contador de Estrelas
    * 2000: De Alma e Coração
    * 2002: Fábio Jr. Acústico
    * 2003: Fábio Jr. Ao Vivo
    * 2004: O Amor é Mais
    * 2006: Minhas Canções
    * 2008: Fábio Jr. & Elas

Compactos

    * 1980: Fábio Jr.
    * 1981: Fábio Jr.
    * 1982: Fábio Jr.
    * 1984: Fábio Jr. Canta em Spanol

Coletâneas

    * 1988: O Melhor de Fábio Jr.
    * 1991: Fábio Jr. Coleção de Sucessos
    * 1993: Grandes Momentos Fábio Jr.
    * 1996: Fábio Jr. com Amor
    * 1997: O Melhor de Fábio Jr.
    * 1997: Seus Maiores Sucessos
    * 1998: Fábio Jr. Grandes Sucessos
    * 1998: As Melhores
    * 1999: Sem Limites Pra Sonhar
    * 1999: O Essencial de Fábio Jr.
    * 2000: Fábio Jr.
    * 2000: 21 Grandes Sucessos
    * 2001: 100 Anos de Música
    * 2001: Grandes Sucessos
    * 2004: Perfil
    * 2005: Novelas
    * 2005: Mais de 20 e Poucos Anos
    * 2006: Maxximum Fábio Jr.

DVDs

    * 1997: Fábio Jr. Ao Vivo
    * 1998: Compromisso
    * 2003: Fábio Jr. Ao Vivo
    * 2008: Fábio Jr. & Elas

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1bio_J%C3%BAnior

Site OFicial: http://www.fabiojr.com.br/



- Postado por: verdeamarillo às 21h58
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Cantores(as) Anos 80 - Ritchie

 

Richard David Court, ou Ritchie (6 de março de 1952) é um cantor e compositor inglês radicado no Brasil, autor de diversos sucessos como "Menina Veneno" , "A Vida Tem Dessas Coisas", "Pelo Interfone" e "Vôo de Coração".

Biografia

Nascido no Beckenham, no condado de Kent, no Sul da Inglaterra morou em diversos países como Quênia, Dinamarca, Itália, Alemanha e Escócia, além de várias localidades da Inglaterra por ser filho de militar. Em 1972 conhece em Londres um grupo de brasileiros, inclusive alguns integrantes dos Mutantes, que o convencem a vir para o Brasil.

No Brasil fixa-se a princípio em São Paulo onde monta a banda Scaladácida com Fabio Gasparini (guitarras), Sérgio Kaffa (baixo), e Azael Rodrigues (bateria).Com a dissolução da banda no final de 1973, muda para o Rio de Janeiro com a mulher , a arquiteta e estilista carioca Leda Zuccarelli. No Rio de Janeiro , passa a dar aulas de inglês para artistas como Paulo Moura , Egberto Gismonti e Gal Costa. Participa de várias bandas como flautista, exemplo da A Barca do Sol e vocalista durante dois anos até começar a atuar como cantor no grupo Vímana, ao lado de Lobão, Lulu Santos, Luiz Simas e Fernando Gama, e gravam o compacto Zebra pelo selo Som Livre , que é arquivado pela gravadora que alega não haver público para rock no Brasil.

Em seguida a banda é desfeita ,e praticamente todos os seus integrantes iniciam carreira-solo.Em 1983 Ritchie lança o LP "Vôo de Coração" , que vende mais de um milhão de cópias, capitaneado pelo imenso sucesso de seu hit "Menina Veneno". No entanto , nos discos seguintes não conseguiu manter o mesmo sucesso. Depois de anos trabalhando com sonorização para sites e mídia digital, retornou com um disco de composições inéditas em 2002 intitulado "Auto Fidelidade". Em 2005, juntou-se a diversos astros de sua geração e gravou o CD e DVD ao vivo "Anos 80", produzido pelo canal pago Multishow. Participou em 2003 do tributo à banda Secos & Molhados, lançado em CD com o nome "Assim Assado", com a participação de vários artistas. Ritchie gravou a música "Fala", usada em 2008 como tema do personagem Augusto César de José Mayer na novela das oito da rede globo A Favorita.

Discografia

    * Vôo de Coração (1983)
    * E a Vida Continua (1985)
    * Circular (1986)
    * Loucura e Mágica (1987)
    * Pra Ficar Contigo (1988)
    * Sexto Sentido (1990)
    * Tigres de Bengala (1993)
    * Auto-Fidelidade (2002)
    * Anos 80 (2005)


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ritchie

Site Oficial: http://www.ritchie.com.br/



- Postado por: verdeamarillo às 00h17
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Cantores(as) Anos 80 - Rosana

 

Biografia e vida artística

Filha do músico Aldo Fiengo, começou a cantar durante os anos 70 na banda de seu pai, a Casanova's. Fortemente influenciada por Elis Regina e Gladys Knight na adolescência, decidiu ser cantora.

Em 1978, ainda na banda do pai e já morando no bairro de Bangu na cidade do Rio de Janeiro, gravou um compacto simples pela gravadora Odeon, com a romântica "Fique um Pouco Mais", que entrou na trilha da novela Pecado Rasgado da Rede Globo e "Muito Independente", em ritmo de discothèque. A banda Casanova's chegou a aparecer numa cena dessa novela, com Rosana como vocalista. Participou ainda de diversos programas de televisão da época, como Globo de Ouro, Chacrinha, Carlos Imperial, Sexta Super, Raul Gil e Almoço com as Estrelas. Em 1981, classificou-se no Festival MPB Shell da Rede Globo com a canção Pensei Que Fosse Fácil (Mas Não É) de Zé Rodrix. Novamente em 1985 participou de outro festival da Rede Globo, o Festival dos Festivais, e interpretou numa das eliminatórias a canção Vidraça.

Em 1986, após gravar alguns discos e participar de outros, uma fita com uma gravação daquele que é considerado pela cantora o seu primeiro sucesso da carreira - Nem um toque, foi levada à Rede Globo e acabou inserida na trilha sonora da telenovela Roda de Fogo (1986). Com essa exposição, a música foi exaustivamente executada nas rádios. Rosana então assinou contrato com a CBS/Sony Music (atual Sony BMG) neste mesmo ano, permanecendo neste selo até 1993.

O maior sucesso, porém, ocorreu no ano seguinte, com a canção O amor e o poder, que fez parte da trilha de Mandala (1987), que ficou por várias semanas consecutivas em primeiro lugar nas paradas de sucesso. O primeiro disco, Coração selvagem, que continha esta canção, vendeu mais de um milhão de cópias, rendendo-lhe vários troféus e homenagens.

Ao longo da carreira, gravou mais de doze discos, dos quais oito tiveram execução fora do Brasil, sobretudo na América Latina, contabilizando oito discos de ouro e dois de platina, e também foi convidada para gravar com cantores internacionais e apresentou-se nos principais programas televisivos. Nos anos 90 dedicou-se a gravar projetos especiais privilegiando outros estilos musicais, tais como releituras de clássicos da MPB (Gata de Rua, 1993, com produção de Roberto Menescal) ou uma incursão pela dance music (Vende Peixe-Se, 1996). Em 1998, nasceu Davi, o primeiro filho, e afastou-se novamente da mídia. Quando se comemorou os 90 anos de Carmen Miranda, fez uma homenagem a ela excursionando com o espetáculo em 1999, com músicas de seu repertório. A cantora também gravou canções para dois filmes da Disney: O Corcunda de NotreDame e Oliver & Sua Turma. Rosana tem como madrinha de carreira a cantora Leny Andrade e é reconhecida como uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos por nomes consagrados como o cantor e compositor Caetano Veloso, e o produtor musical Max Pierre.

Vivendo no Rio de Janeiro, a cantora multiinstrumentista, continua fazendo espetáculos pelo Brasil e exterior, cantando e ainda tocando piano e violão.

Curiosidades

    * Em sua versão em CD, o álbum Gata de Rua trouxe três faixas-bônus, Revés, Sentado à beira do caminho e As rosas podem falar. Estas não entraram no LP original por problemas de espaço.

    * Rosana participou de algumas campanhas no estilo We Are The World, entre elas, a campanha contra a AIDS que passou no programa Fantástico, da Rede Globo, em 1987, de nome Viver Outra Vez, autoria de Osmir Neto, ao lado de artistas como Guilherme Arantes, Tim Maia, Erasmo Carlos, Sivinho "Blau Blau" (ex-vocalista da Banda Absyntho), Emílio Santiago, Adriana, Elza Soares, entre outros.

    * A Pepsi contratou Rosana para gravar um de seus jingles de maior sucesso no início dos anos 80.

    * Em 2006 Rosana recebeu uma grande homenagem aos 20 anos de sucesso (Nem um toque - 1986) no Rio de Janeiro reunindo fãs de todo o Brasil. Nomeado de Festa da Deusa, o evento foi o maior já realizado sobre a cantora no país, com direito a exposição de fotos, exibição de especial de tv, vídeo-clipes e outras perfórmances.

E do tema de Natal do programa Xuxa Hits (programa musical da apresentadora Xuxa Meneghel) de 1995, de nome Natal de Todas as Raças, celebrando a paz e o Natal, de autoria dos cantores Edmon Costa (que gravou com Rosana o dueto Se Eu Me Apaixonar, versão do clássico When I Fall In Love, de Nat King Cole) e Rodrigo Ferraz, com o Movimento Black Brasileiro, que teve a presença de cantores do cenário de música black no Brasil, tais como As Sublimes (grupo que tinha como integrante a atriz Isabel Fillardis), Cidalia Castro, Abdullah (vocal de Gabriel, o Pensador, Alexandre Lucas (ex- Banda Fanzine e ex- banda Ebony Vox), Júlio Borges (ex- banda Fanzine, ex- banda Ebony Vox e ex vocal de Flavio Venturini), Alexandre Dantas (ex- Conexão Japeri- a banda que lançou Ed Motta), e os próprios Rodrigo Ferraz (ex- banda Veneza) e Edmon Costa.

Discografia

EMI-Odeon

    * Fique Um Pouco Mais / Muito Independente (1° compacto) - 1978
    * Fique Um Pouco Mais (LP) - 1979

RCA Victor

    * Rosana

Sony BMG / CBS

    * Coração Selvagem - 1987
    * Vício Fatal - ao vivo - 1988
    * Onde o Amor Me Leva - 1989
    * Por Donde el Amor Me Lleva - espanhol - 1990
    * Doce Pecado - 1990
    * Paixão - 1992
    * Gata de Rua - 1993

    Polygram / Universal Music

    * Essa sou eu - 1994

    Natasha Records

    * Vende peixe-se - 1996

    Movieplay

    * Rosana - 2003

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rosana_Fiengo

Visite: http://www.rosanafiengo.blogspot.com/



- Postado por: verdeamarillo às 00h03
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Banda dos Anos 80 - Duran Duran

Duran Duran é uma banda de rock inglesa, formada em 1978. Duran Duran é uma das bandas mais importantes da explosão New-Romantic no começo da década de 80 e ainda muito cultuada por fãs de todo o mundo.

Nascimento

Inspirado na cena pós-punk e disco do final dos anos 70, os amigos de escola Nick Rhodes (teclados) e John Taylor (guitarra naquela época, posteriormente baixo) formaram uma banda em 1978. Convidaram Simon Colley (baixo e clarinete) e Stephen Duffy (vocal) para completar aquele que seria o Duran Duran - nome que remete ao vilão Dr. Durand Durand, do filme de ficção científica Barbarella (de Roger Vadim).

Os primeiros concertos do Duran Duran foram realizados na cidade de Birmingham, com auxílio de uma bateria eletrônica. Duffy e Colley deixaram o grupo pouco mais de um ano depois. Andy Wickett assumiu os vocais e Roger Taylor também ingressou como baterista da banda. Ainda em 1979, Wickett saiu do grupo.

Depois de gravarem uma demo, os membros do Duran Duran colocaram um anúncio em um jornal, na busca de um guitarrista para o grupo. Através disso, contataram Andy Taylor. Faltava apenas um vocalista. Após rápidas passagens de alguns vocalistas, Simon Le Bon, da banda punk Dog Days, foi apresentado por sua namorada, uma garçonete de um bar de Birmingham, na qual o Duran Duran costumava tocar. Ele acabou assumindo os vocais do Duran Duran.

Primeiros sucessos

No final de 1980, o Duran Duran já era um grupo conhecido do circuito New Romantics britânico. A banda assinou um contrato com a gravadora EMI, que lançou em 1981 "Planet Earth", primeiro compacto do grupo. O single alcançou um grande sucesso e chegou a posição 12 da parada musical britânica.

A partir daí, aumentou a popularidade do Duran Duran. Em uma época em que surgiam os videoclipes, "Girls on film" tornou-se o primeiro single da banda no Top 10 do Reino Unido. O video de "Girls on film" foi proibido pela rede de televisão BBC. Ainda naquele ano seria lançado o LP "Duran Duran". Sucesso de vendas, o álbum chegou ao terceiro lugar da parada britânica e permaneceu nela por 118 semanas.

Auge

No ano seguinte, foi lançado o álbum "Rio", outro grande sucesso nas paradas musicais da Europa. Destaque para as canções "Hungry Like The Wolf" e "Save A Prayer", ambas Top 10. Em 1983, o o Duran Duran começou a fazer sucesso nos Estados Unidos. O videoclipe de "Hungry Like The Wolf" passou a ser executado com freqüência na programação da MTV estadunidense e o single logo se tornou Top 10 naquele país. No Reino Unido, "Is There Something I Should Know" virava o primeiro número 1 do Duran Duran.

Popular, o Duran Duran teve mais um álbum lançado em 1983: "Seven and The Ragged Tiger" (#1 no Reino Unido e #8 nos Estados Unidos). "The Reflex", daquele álbum, foi o primeiro número 1 da banda nos Estados Unidos.

No final de 1984, foi lançado o compacto de "Wild Boys" (#2 nos Estados Unidos e Reino Unido) e o grupo participou da gravação de "Do They Know It’s Christmas", canção ideliazada por Bob Geldof para arrecadar fundos para a população da Etiópia e embrião, no ano seguinte, do Live Aid - concerto no qual o Duran Duran apresentou quatro canções.

Ainda em 1985, o grupo foi convidado para fazer o tema de "A View To a Kill", último filme de Roger Moore como 007. Foi também uma fase de projetos paralelos dos integrantes da banda. Enquanto Andy e John criaram o grupo Power Station, os outros três integrantes do Duran Duran fundaram o Arcadia.

Declínio

No início de 1986, Roger Taylor deixou o Duran Duran, seguido meses depois por Andy Taylor. Ainda assim, como trio, o grupo lançou o LP "Notorious", último álbum de sucesso da banda naquela década. Destaque para a faixa-título e para "A Matter Of Feeling", que embora não seja uma das canções mais populares do Duran no mundo, ela fez muito sucesso nas paradas musicais do Brasil.

Em janeiro de 1988, o Duran Duran se apresentou em São Paulo e no Rio, durante o Festival Hollywood Rock. Mas o sucesso comercial da banda continuava, mesmo com o lançamento do álbum "Big Thing", de 1988, e com a canção "I Don’t Want Your Love" alcançando um Top 10. Em 1990, foi lançado "Liberty", sem sucesso. Naquela época, o guitarrista Warren Cuccurullo (que tocava como músico de apoio para a banda) foi integrado ao Duran Duran.

De volta às paradas

Em 1993, foi lançado o álbum "Duran Duran", que ficou conhecido como "The Wedding Album" por causa das fotos de casamentos dos pais dos integrantes do grupo. Deste disco, "Ordinary World" e "Come Undone" levaram a banda ao Top 10 britânico e estadunidense.

Em 1995, foi lançado "Thank You", álbum contendo apenas covers e que teve relativo sucesso comercial. O disco ainda contou com a participação do ex-integrante Roger Taylor em duas canções ("Watching The Detectives", de Elvis Costello, e "Perfect Day", de Lou Reed).

Em 1997, foi lançado "Medazzaland". Ainda naquele ano, John Taylor anunciava que estava deixando a banda. No ano seguinte, foi lançado "Essential Duran Duran: Night Versions", álbum que contém remixes até então inéditos e a coletânea "Greatest".

Reunião

Em junho de 2000 foi lançado o álbum chamado "Pop Trash". A música "Someone else not me" tocou em várias rádios do mundo inteiro. A formação clássica do Duran Duran reuniu-se no começo da década e, em 2004, lançou o álbum "Astronaut", que alcançou um certo sucesso, e excurisonou pelo mundo em 2005.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Duran_Duran

Site Oficial: http://www.duranduran.com/



- Postado por: verdeamarillo às 16h06
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Bandas dos Anos 80 - Menudo


Menudo é um grupo musical, classificado por muitos como uma boyband latina de Porto Rico, criado em 1977 pelo produtor Edgardo Díaz.

Na década de 80 passaram pelo grupo Xavier Serbia, Johnny Lozada, Charlie Massó, Ray Reyes, Roy Rosello, Robby Draco Rosa e Ricky Martin, alcançando projeção nacional. O primeiro país da América Latina em que ficaram famosos foi a Venezuela, posteriormente ficaram famosos também em outros países latino-americanos México, Argentina, Colômbia, Chile, Uruguai e Brasil.

O Menudo foi um fenômeno na America Latina, no Brasil, por exemplo, arrastou milhões de adolescentes (leia-se, meninas) de todas as classes sociais, que formavam milhares de fãs-clubes, numa extensão comparada apenas aos Beatles no mundo. O Menudo na década de oitenta era o grupo musical de maior visibilidade na mídia brasileira, que não abordava outro assunto, os garotos porto-riquenhos apareciam a maior parte do tempo em programas televisivos, de rádios, revistas, jornais, enfim toda a imprensa específica para celebridades estava voltada para o fenômeno artístico Menudo. Nesta época, os menudos de Porto Rico chegavam a fechar os mais caros hotéis no país apenas para seu staff; os shows só podiam ser realizados nos maiores estádios de futebol das principais cidades brasileiras, devido ao imenso tamnho do público; e produtos como camisetas, bottons, álbuns, posters, etc. vendiam tanto, que o grupo se sustentaria apenas com a venda destes, sem mencionar os shows e discos.

Na época que o Menudo atingiu seu apongeu na América Latina, seus componentes era, os então adolescentes, Robby Rosa, Charlie Massó, Roy Rosselo, Ray Reyes e o ainda famoso Ricky Martin, este na época um pré-adolescente. Cada um deles tinha sua própria legião de fãs, para as quais eles cantavam músicas em espanhol, inglês ou português, como a romântica "If you're not here" ou então as bem dançantes, como a inesquecível "Não se reprima" com sua coreografia eletrizante.

O sucesso do grupo foi diminuindo por conta da substituição de alguns componentes. Ou seja, quando algum componente do grupo se tornava adulto era substituído por um outro adolescente. O problema é que devido a saída de alguns componentes, muitas meninas deixavam de ser fãs do grupo, principalmete porque dentre os componentes tinham os favoritos, como Robby, Charlie, entre outros, então sua saída provocava uma intensa comoção entre as adolescentes, muitas se afastavam das atividades do grupo. Por isso, cogitou-se, no final da década de noventa, que o Menudo tinha acabado, mas na verdade, tinha mudado tanto que pareceu que o grupo acabou.

Mas o grupo não acabou, num Reality show chamado "Making Menudo" feito em 2007 , mas exibido na televisão só em 2008 , produzido pela MTV,tinha com função escolher 5 (cinco) novos rapazes para continuar a banda " Menudo". Esses rapazes foram estes: Carlos, Chris, Jose, Monti, Emmanuel.

Carlos de Chicago-IL , Jose de Manati-Puerto Rico , Chris de Bronx-New York , Monti de Caguas-Puerto Rico e Emmanuel de Trujillo Alto-Puerto Rico .

Discografia

    * 1977 - Los Fantasmas

    * 1978 - Mi Laura

    * 1979 - Chiquitita

    * 1980 - Mas Mucho Mas

    * 1980 - Es Navidad

    * 1981 - Fuego

    * 1981 - Quiero Ser

    * 1982 - Por Amor

    * 1982 - Una Aventura Llamada Menudo

    * 1982 - Feliz Navidad

    * 1983 - A Todo Rock

    * 1984 - Reaching Out

    * 1984 - Menudo Mania

    * 1984 - Evolucion

    * 1985 - Hold Me

    * 1985 - Ayer y Hoy versão em Italiano do disco A FESTA VAI COMEÇAR

    * 1985 - A Festa Vai Começar

    * 1986 - Viva! Bravo! disco em Italiano

    * 1986 - Refrescante EM PORTUGUÊS

    * 1986 - Refrescante versão em Italiano do disco REFRESCANTE

    * 1986 - Can't Get Enough

    * 1986 - Menudo

    * 1987 - Somos Los Hijos del Rock

    * 1987 - In Action

    * 1988 - Sons of Rock

    * 1988 - Sombras Y Figuras

    * 1989 - Los Ultimos Heroes

    * 1990 - Os Ultimos Herois

    * 1990 - No Me Corten El Pelo

    * 1991 - Detras de tu Mirada

    * 1992 - Dancin, Movin, Shakin

    * 1992 - 15 Años

    * 1993 - Vem Pra Mim

    * 1993 - Cosmopolitan Girl

    * 1994 - Imaginate...

    * 1996 - Tiempo De Amar

    * 2007 - To Be Announced

    * 2008 - The Leak

Making Menudo

O Reality show escolheu a nova formação da boy band mais famosa de todas. O programa é o jeito que a gravadora conseguiu de fazer o novo grupo decolar, já que nenhum após as primeiras formações estourou. O "novo Menudo" gravará um disco e sairá em turnê pelo mundo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Menudo

Site Oficial: http://www.menudo.com/



- Postado por: verdeamarillo às 15h38
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Dando um tempinho nas Bandas e Cantores nacionais, vamos falar sobre as Bandas e Cantores internacionais que brilharam nos anos 80 e muitos ainda estão na ativa...

 



- Postado por: verdeamarillo às 20h42
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Bandas dos Anos 80 - Lulu Santos

Filho de pai militar, começou a tocar aos doze anos de idade, formando uma banda inspirada nos Beatles chamada de Cave Man. Contrariando o desejo de seu pai, de que também se tornasse militar, foge de casa antes de completar o colegial, percorrendo o Brasil com hippies. Aos dezenove anos tocava no grupo Veludo Elétrico com Fernando Gama e Paul de Castro. Um ano depois, Lulu formou a banda Vímana, da qual saiu por não concordar com os rumos que a banda acabou seguindo. Após trabalhar como músico freelancer, Lulu Santos resolveu seguir carreira solo.

Antes de virar músico trabalhou como colunista em revistas como a Som Tres escrevendo comentários sobre os álbuns da época.

Em 1981, assinou com a gravadora WEA e assumiu o nome de Lulu Santos, gravando "Tesouros da Juventude" em parceria com o jornalista Nelson Motta. Seguiram-se outras músicas de sucesso: em 1982 "Tempos Modernos","O Ritmo do Momento" (1983), "O Último Romântico" (1984) (cujo arranjo músical foi fortemente influenciado por uma música de George Harrison, "Greece", do álbum 'Gone Troppo' de 1982), "Tudo Azul" (1984) "Normal" (1985), "Lulu" (1986) e "Toda Forma de Amor

Em 1985, Lulu participa, com êxito, do Rock in Rio e dois anos depois é premiado com o Disco de Platina. O cantor recusa o prêmio na cerimônia de entrega por não ter atingido o limite mínimo de vendas de 250 mil cópias. Entrou em um período de crise à seguir, quando tentou aproximar o pop com os ritmos brasileiros, através dos trabalhos "Popsambalanço e Outras Levadas", "Honolulu" e "Mondo Cane". Mas, a parceria com o DJ Memê iniciada na seqüência, alavancou novamente sua carreira com discos como "Assim Caminha a Humanidade (1994)". Com o gênero 'disco' trabalhou com o produtor Marcelo Mansur em "Eu e Memê, Memê e Eu" (1995). Seguiram-se "Anticiclone Tropical" (1996), "Liga Lá" (1997), "Calendário" (1999)e o "Acústico MTV" (2000) em dois volumes. Em 2002 lança o disco "Programa". Em 2003, foi lançado "Bugalu" e em 2004 é lançado o "MTV ao Vivo". No ano de 2005 como lançamento de seu disco, segue "Letra e Música", com a turnê "Popstar".Em (2006) lançou "Letra & Música" e por último em 2007 "Longplay".

Parceiros/compositores

    * Nelson Motta
    * Antônio Cícero
    * Ronaldo Bastos
    * Rita Lee
    * Léo Gandelman
    * Jorge Mautner
    * Gilberto Gil
Integrantes

Formação atual

    * Lulu Santos - voz e guitarra
    * Chocolate - bateria
    * Hiroshi Mizutani - teclados
    * André "Negão" Rodrigues - baixo

Ex-integrantes

    * Milton Guedes - saxofone
    * Dunga - baixo

Discografia

Álbuns

    * Tempos Modernos (1982) GOLD - 150,000
    * O Ritmo do Momento (1983) PLATINUM - 350,000
    * Tudo Azul (1984) PLATINUM - 400,000
    * Normal (1985) GOLD 180,000
    * Lulu (1986) GOLD 170,000
    * Toda Forma de Amor (1988) GOLD 240,000
    * Amor à Arte - Lulu Santos e Auxílio Luxuoso Ao Vivo (1988) GOLD 100,000
    * Popsambalanço e Outras Levadas (1989) 80,000
    * Honolulu (1990) 70,000
    * Mondo Cane (1992) 60,000
    * Assim Caminha a Humanidade (1994)3X PLATINUM 950,000
    * Eu e Memê, Memê e Eu (1995) DIAMOND 1,000,000
    * Anticiclone Tropical (1996) PLATINUM 400,000
    * Liga Lá (1997) GOLD 150,000
    * Calendário (1999) GOLD 120,000
    * Acústico MTV (2000) 3X PLATINUM 900,000
    * Programa (2002) GOLD 160,000
    * Bugalu (2003) GOLD 120,000
    * MTV Ao Vivo (2004) PLATINUM 200,000
    * Letra & Música (2005)
    * Longplay (2007) OURO 50,000

Compilações

    * O Último Romântico (1987)
    * Geração Pop 2 (1995)
    * O Melhor da Música! (1998)
    * Focus (1999)
    * E-collection (2000)
    * Warner 25 anos (2001)
    * Perfil (2004)

Compactos

    * Zebra (com Vímana) (1977)
    * Gosto de Batom (1980)
    * Melô de Amor (1980)
    * Areias Escaldantes (1981)
    * De Leve (1981)
    * Tesouros da Juventude (1981)
    * Tudo Bem (1986)GOLD
    * Último Romântico (1987) PLATINUM
    * Minha Vida (1991)
    * Geração Pop (1993)
    * Acervo Especial (1993)
    * Satisfação (1995)
    * De leve (1996)
    * O Último Romântico II (1996)

Singles

    * Auto-Estima (single) (1993)
    * Tudo Igual (single) (1994)
    * Fogo de Palha (single) (1999)
    * Aquilo (single) (1999)
    * Todo Universo (single) (2002)
    * Pop Star (single) (2005)

Outro Tipo

    * Dance bem, dance mal, dance sem parar (remix) (1998)

Álbuns nunca lançados

    * Álbum sem nome (com Vímana) (1978)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lulu_Santos




- Postado por: verdeamarillo às 20h38
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Banda dos Anos 80 - Blitz

Blitz foi uma das bandas precursoras do rock brasileiro. O grupo foi formado no Rio de Janeiro, em 1980. Integrado por Evandro Mesquita, guitarra e voz; Fernanda Abreu, backing vocal; Marcia Bulcão, backing vocal; Ricardo Barreto, guitarra; Antônio Pedro Fortuna, baixo; William "Billy" Forghieri, teclados; e Lobão (depois substituído por Juba), bateria.

Em 1982, o primeiro compacto, "Você Não Soube Me Amar", alcançou um sucesso estrondoso, logo seguido pelo álbum "As Aventuras da Blitz", consolidando a banda como fenômeno de massa.

Dois anos após o lançamento do terceiro LP — "Blitz 3", de 1984 —, a banda se desfez, voltando a se reunir ocasionalmente para shows ou eventos.

Com um rock leve, letras bem-humoradas e performance teatral no palco, a Blitz tocou no Rock In Rio de 1985

Em 1997, alguns ex-integrantes se reuniram e gravaram o CD "Línguas" e, em 1999, veio outro, intitulado “Últimas Notícias”.

Atualmente Evandro, Billy e Juba trabalham no projeto de um CD/DVD ao vivo, com participações especiais, músicas novas e releituras dos grandes sucessos

Discografia

    * 1982 - As Aventuras da BLITZ
    * 1983 - Radioatividade
    * 1984 - BLITZ 3
    * 1990 - Todas as Aventuras da BLITZ
    * 1994 - BLITZ ao Vivo
    * 1997 - Línguas
    * 1999 - BLITZ 2000 Últimas Notícias
    * 2006 - BLITZ - Com Vida
    * 2008 - BLITZ - Ao Vivo e a Cores

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Blitz_(banda)



- Postado por: verdeamarillo às 20h31
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Bandas dos Anos 80 - Leo Jaime

Léo Jaime, nome artístico de Leonardo Jaime (Anápolis, 23 de abril de 1960) é um ator, cantor e compositor brasileiro.

Participou da formação original do grupo carioca de rockabilly "João Penca e seus miquinhos amestrados" e saiu do grupo para seguir carreira solo.

Consta que foi Léo Jaime que indicou Cazuza à então nascente banda Barão Vermelho.

Léo Jaime fez muito sucesso na década de 80, onde emplacou vários hits nas rádios do Brasil, além de fazer trilhas sonoras para filmes e novelas. Seus principais discos solo são "Sessão da Tarde" e "Phoda C".

Como ator, Léo jaime atuou na telenovela Bebê a Bordo, de 1988, como Zezinho, e nos filmes O Escorpião Escarlate, Rádio pirata, Rock Estrela e As sete vampiras.

Também escreve para televisão, jornais e revistas.

Discografia

    * 1984 - Phodas C
    * 1985 - Sessão da tarde
    * 1986 - Vida difícil
    * 1988 - Direto do meu coração pro seu
    * 1989 - Avenida das Desilusões
    * 1990 - Sexo, Drops e Rock´n roll
    * 1995 - Todo Amor
    * 2004 - Rock Estrela
    * 2008 - Interlúdio

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Leo_Jaime



- Postado por: verdeamarillo às 20h21
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Banda dos Anos 80 - Nenhum de Nós

O Nenhum de Nós é uma banda do Rio Grande do Sul voltada atualmente ao estilo pop-rock. Fundada em 1986, conta até hoje com um estilo muito apreciado em todo o pais.

O início

Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na quinta série, conhecem Thedy Corrêa. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Senhora das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do Theatro São Pedro, onde os garotos nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.

Thedy ganhou um violão aos quatorze anos, foi aluno de violão clássico do professor Afrânio. Carlos, com quinze anos, comprou sua primeira guitarra , juntamente com seu irmão, Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de Quarteto Jererê.

Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady, sendo que este tinha na faculdade um grupo de samba-de-raiz chamado "Grupo do Fadinho". Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o professor Thabba. O "bat-local" do ensaio era a garagem da namorada de Thedy e contava com: uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade, o que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo, ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô, onde Sady trabalhava como músico.

Nome da banda

O espetáculo de lançamento do trio com o nome Nenhum de Nós foi no mesmo bar com um público de umas 80 pessoas entre amigos e parentes. Precisavam de um nome para a apresentação. Eles buscavam um nome que provocasse curiosidade e que denotasse algo em comum entre os três: Nenhum de Nós enxerga direito; Nenhum de Nós rodou na escola; Nenhum de Nós foi para o quartel" etc. De tanto se repetir ficou este o nome: NENHUM DE NÓS.

Quem é quem

    * Thedy Corrêa: casado e tem uma filha, Stella. O vocalista tem projetos paralelos ao Nenhum de Nós. Exemplos disso são o CD solo Loopcinio, onde faz uma homenagem ao cantor gaúcho, Lupicínio Rodrigues e o livro Bruto que acaba de lançar.
    * Veco Marques: formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Toca violão e, para o Nenhum de Nós Acústico 2, mandou trazer uma sitar da Índia.
    * Carlos Stein: costumam dizer que Carlão é "o cara", pois além de tocar em uma das grandes bandas do rock brasileiro, ajudou a fundar os Engenheiros do Hawaii.
    * Sady Homrich: este "abominável homem da bateria" já nasceu com as baquetas na mão. Formado em Engenharia Química pela PUCRS, diz que na estante não faltam livros de química e de meta-física. Sady usa baterias e peles RMV, baquetas Pro-Star e pratos Orion
    * João Vicenti: o mais novo integrante da banda nasceu em 11 de agosto de 1965. Foi o último músico a se juntar ao Nenhum de Nós. Cursou faculdade de Educação Física, na FUNBA.

Curiosidades

Já animando alguns bailezinhos de carnaval por aí, se preparavam para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade de Amigos da Praia do Imbé (SAPI) e, devido a um imprevisto, se atrasaram. Isto fez com que o DeFalla iniciasse seu show e os meninos do Nenhum tocassem depois. O produtor e a banda, que acabou tocando antes, foram obrigados a esperar o show do Nenhum acabar pois eles utilizariam o mesmo equipamento de som. Antônio Meira, o produtor, gostou da música dos jovens e pediu uma "fitinha" demo, que enviou às gravadoras. E, com a imensa bagagem de uns seis shows, foram para a cidade de São Paulo para gravar seu primeiro disco, em junho de 1987.

Discografia

    * Nenhum de Nós - o primeiro disco da banda, lançado em 1987, contém dez faixas, entre elas a música que depois se tornaria um clássico, Camila, Camila, uma música que tornou-se um hino contra a violência à mulher.
    * Cardume - o disco, lançado em 1989, tem onze faixas, e agora entre elas uma versão. A música escolhida é Starman, do David Bowie, que pela voz de Thedy Corrêa, virou Astronauta de mármore.
    * Extraño - novamente com onze faixas, o Nenhum de Nós lançou seu terceiro disco em 1990.
    * Nenhum de Nós - lançado em 1992, o disco traz quatorze músicas, das quais alguns vídeoclipes levaram o Nenhum de Nós ao topo do Top 20 Brasil.
    * Acústico ao Vivo - gravado no dia 30 de março de 1994, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre.
    * Mundo Diablo - disco de 1996, que trazia oficialmente um novo componente na capa, João Vicenti.
    * Paz e Amor - o sétimo disco do Nenhum de Nós foi lançado em 1998, e é bastante voltado às emoções. A quarta faixa, que dá nome ao CD, conta uma linda história de amor...
    * Onde você estava em 93? - o disco foi gravado em 1993, porém só foi lançado em 2000. A capa do CD foi inspirada na capa do disco Yellow Submarine, dos Beatles.
    * Histórias reais, seres imaginários - o CD, de 2001, caracteriza-se por falar de coisas simples, vidas simples.
    * Acústico ao Vivo 2 - gravado em dezembro de 2002, foi lançado em 2003 e traz quatorze músicas, registradas em CD e DVD.
    * Pequeno Universo - o décimo primeiro álbum do Nenhum de Nós foi lançado em 2005, tendo sido gravado entre 21 de fevereiro e 21 de abril do mesmo ano. O CD, com suas treze faixas, leva a esse pequeno universo em que vivemos dia após dia.
    * A Céu Aberto - Dono de um dos hits mais pegajosos do rock nacional, "Camila, Camila", o Nenhum de Nós volta com CD e DVD intitulados "Nenhum de Nós a Céu Aberto". O material foi gravado ao vivo em março na terra natal da banda, Porto Alegre. O registro marca mais de 20 anos de carreira do quinteto.

DVD

    * Nenhum de Nós ao vivo Acústico 2 Theatro São Pedro 2002. Gravado no Theatro São Pedro, em Porto Alegre este é o primeiro registro em vídeo da banda. O DVD lembra os maiores sucessos da banda, no segundo Acústico do Nenhum de Nós.

    * Nenhum de Nós à céu aberto 2007. O novo trabalho conta com a participação especial da cantora colombiana Ivone Gusmán, na faixa Igual a Ti (versão de Igual a você, do disco Pequeno Universo) . Gravado em Porto Alegre, o repertório mostra as músicas que mais marcaram a trajetória do Nenhum de Nós, em comemoração aos 20 anos da banda gaúcha.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nenhum_de_n%C3%B3s



- Postado por: verdeamarillo às 04h03
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Banda dos Anos 80 - João Penca e seus Miquinhos Amestrados

João Penca e Seus Miquinhos Amestrados é uma banda brasileira de rock e surf music.

História

A banda foi formada nos anos 70, inicialmente com o nome Zoo, mas foi no ano de 1982 que eles surgiram para o estrelato acompanhando o cantor Eduardo Dusek. O bom humor era uma das características principais, além das roupas e topetes dos anos 50 (inspirados em astros do Rockabilly, como Elvis Presley e Chuck Berry), além do seu trio de vocalistas atuais: Selvagem Big Abreu, Bob Gallo e Avelar Love. Teve como um de seus integrantes o cantor Léo Jaime.

Discografia

    * 1983 - Os Maiores Sucessos de João Penca & Seus Miquinhos Amestrados
    * 1985 - OK My Gay
    * 1988 - Além da Alienação
    * 1989 - Sucesso do Inconsciente
    * 1990 - Cem Anos de Rock'n'Roll
    * 1993 - A Festa dos Micos

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Penca_e_seus_miquinhos_amestrados




- Postado por: verdeamarillo às 03h52
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Bandas dos Anos 80 - Sempre Livre

Foi uma banda de música pop criada no Rio de Janeiro formada só por mulheres. O nome do grupo fazia menção a uma marca de absorventes femininos. Em 1984, lançaram o primeiro disco, produzido por Ruban (mesmo produtor do grupo As Frenéticas). O maior sucesso foi a música "Eu sou free", parceria de Ruban com Patrícia Travassos. O grupo se desfez em 1986, mas voltou cinco anos depois com o disco "Vícios de Cidade" e uma formação que, da original, só mantinha a baterista.

Discografia

VÍCIOS DE CIDADE (1991) • Vinil

01 Todos nós (Louise Rabello - Flávia Araújo) 02 Vícios de cidade (Louise Rabello - Lúcia Lopes) 03 Camelô dos meus sonhos (Denise Mastrangelo) 04 Quero estar [Babacar](M. Berger) 05 Estranhas atitudes (Márcia Gonçalves - Paulo Barroso - Flávia Araújo) 06 Índia do asfalto (Louise Rabello - Denise Mastrangelo - Flávia Araújo - Lúcia Lopes) 07 Imagens (Leno) 08 Decisão (Fred Goes - Guilherme Maia - Fernando Moura) 09 Alvo fácil (Denise Mastrangelo) 10 Num dia qualquer

AVIÃO DE COMBATE (1984) • Vinil

SEMPRE LIVRE (1984) • Vinil

[editar] Integrantes

    * Dulce Quental - Substituída por Tonia Schubert e depois por Denise Mastrangelo - Vocais
    * Márcia - substituída por Rosana Piegaia e depois por Louise Rabello - Guitarra
    * Lelete - Substituída por Sonia Bonfá e depois por Cleo Boechat - Teclados
    * Flávia Cavaca - Baixo
    * Lúcia Lopes - Bateria

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Sempre_Livre



- Postado por: verdeamarillo às 12h27
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Bandas dos Anos 80 - Metrô

Metrô foi uma banda de pop/rock brasileira, formada em 1979 na cidade de São Paulo.

Formado por Virginie (voz), Alec (guitarra), Yann Lao (teclado, piano, guitarra e percussão), Zavié (baixo), Dany Roland (bateria, violão, guitarra e acordeom) - todos eles franceses radicados no Brasil -, a banda foi conhecida especialmente na primeira metade da década de 1980, quando obteve sucesso nas paradas brasileiras com canções como "Beat Acelerado", "Johnny Love" e "Tudo Pode Mudar".

História

Início

A banda nasceu com o nome de "A Gota Suspensa" e seguia a linha do rock progressivo, influênciada pela predominância dos teclados. Com esse nome, o grupo lançou um LP independente em 1984. Apesar de não obter repercussão comercial, o disco chamou a atenção dos diretores da gravadora CBS, que contratou o conjunto. A Gota Suspensa mudou de nome e passou a se chamar "Metrô". O grupo também deixou o estilo rock progressiva e adotou uma linha mais pop/rock, desta vez influênciada especialmente pela "New Wave" daquela época.

Sucesso

No final de 1984, o grupo gravou um compacto, com a música "Beat acelerado", que obteve grande sucesso no Brasil. Em 1985, foi lançado "Olhar", primeiro e único LP do Metrô. O grupo também participou da trilha sonora do filme brasileiro "Rock Estrela", dirigido por Lael Rodrigues.

Fim do Metrô

O grupo passou a realizar vários concertos por todo Brasil. O excesso de shows e de exposição, somadas as pressões comerciais, desgastaram a banda. No auge do sucesso, a vocalista Virginie deixou o Metrô em abril de 1986.

Tristes Tigres

Os membros remanescentes escolheram Pedro Parq, ex-vocalista do grupo de rock português Mler If Dada, para substituir Virginie, e quase adotaram um novo nome: "Tristes Tigres". Em 1987, eles lançaram o LP "A Mão de Mao", único álbum do Metrô sem a Virginie. Naquele mesmo ano, a banda foi desfeita. A ex-vocalista Virginie ingressou em uma nova banda, chamada "Fruto Proibido", que lançou em 1988 o álbum "Crime Perfeito", mas logo abandonaria o projeto.

Retorno

Após o fim, alguns de seus integrantes voltaram para a Europa. A vocalista Virgine casou-se com um diplomata e mudous-e para Moçambique. Anos depois, todos os membros originais voltaram ao Brasil. A convite do ex-produtor da banda Luiz Carlos Maluly. Dany, Yann, Zaviê e Alec se reuniram novamente.

Em agosto de 2002, eles fecharam um acordo com a gravadora Trama, que lançou em novembro o CD "Déja-Vu", que incluía composições inéditas e ainda regravações dos hits "Beat Acelerado" e "Johnny Love", além de covers de "Aquarela do Brasil" (de Ary Barroso) e "Mensagem de Amor" (dos Paralamas do Sucesso). O álbum ainda teve as participações especiais de Jorge Mautner, Nélson Jacobina, Otto (ex-Mundo Livre S/A) e de Preta Gil, entre outros.

Zaviê se desligou do grupo ainda naquele ano, mas os demais intergrantes se reuniram em apresentações para divulgação do álbum. Em 2003, o grupo musical realizou uma turnê pela Europa e África para divulgar esse trabalho. No final de abril e começo de maio de 2004, fizeram shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Londres, Paris e Lisboa, todos lotados. Em fevereiro de 2006, Virginie esteve em Brasília para uma tarde de autógrafos e um show com uma banda local, cantando sucessos antigos e novos do Metrô

Componentes

    * Virginie Boutaud (vocal)
    * Yann Laouenan (teclados)
    * Dany Roland (bateria)
    * Alec Haiat(guitarra)
    * Zaviê Leblanc(baixo)
    * Pedro "Parq" d'Orey (vocal)

Discografia

    * 1984 - Beat Acelerado (CBS - Compacto simples)
    * 1985 - Olhar (CBS - LP - Sony CD)
    * 1987 - A mão de Mao (CBS - LP - Sony CD)
    * 1988 - Virginie & o Fruto Proibido (CBS - LP)
    * 2002 - Déja-Vu (Trama - CD)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Metr%C3%B4_(banda)



- Postado por: verdeamarillo às 12h20
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