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Bandas dos Anos 80 - Sempre Livre

Foi uma banda de música pop criada no Rio de Janeiro formada só por mulheres. O nome do grupo fazia menção a uma marca de absorventes femininos. Em 1984, lançaram o primeiro disco, produzido por Ruban (mesmo produtor do grupo As Frenéticas). O maior sucesso foi a música "Eu sou free", parceria de Ruban com Patrícia Travassos. O grupo se desfez em 1986, mas voltou cinco anos depois com o disco "Vícios de Cidade" e uma formação que, da original, só mantinha a baterista.

Discografia

VÍCIOS DE CIDADE (1991) • Vinil

01 Todos nós (Louise Rabello - Flávia Araújo) 02 Vícios de cidade (Louise Rabello - Lúcia Lopes) 03 Camelô dos meus sonhos (Denise Mastrangelo) 04 Quero estar [Babacar](M. Berger) 05 Estranhas atitudes (Márcia Gonçalves - Paulo Barroso - Flávia Araújo) 06 Índia do asfalto (Louise Rabello - Denise Mastrangelo - Flávia Araújo - Lúcia Lopes) 07 Imagens (Leno) 08 Decisão (Fred Goes - Guilherme Maia - Fernando Moura) 09 Alvo fácil (Denise Mastrangelo) 10 Num dia qualquer

AVIÃO DE COMBATE (1984) • Vinil

SEMPRE LIVRE (1984) • Vinil

[editar] Integrantes

    * Dulce Quental - Substituída por Tonia Schubert e depois por Denise Mastrangelo - Vocais
    * Márcia - substituída por Rosana Piegaia e depois por Louise Rabello - Guitarra
    * Lelete - Substituída por Sonia Bonfá e depois por Cleo Boechat - Teclados
    * Flávia Cavaca - Baixo
    * Lúcia Lopes - Bateria

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Sempre_Livre



- Postado por: verdeamarillo às 12h27
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Bandas dos Anos 80 - Metrô

Metrô foi uma banda de pop/rock brasileira, formada em 1979 na cidade de São Paulo.

Formado por Virginie (voz), Alec (guitarra), Yann Lao (teclado, piano, guitarra e percussão), Zavié (baixo), Dany Roland (bateria, violão, guitarra e acordeom) - todos eles franceses radicados no Brasil -, a banda foi conhecida especialmente na primeira metade da década de 1980, quando obteve sucesso nas paradas brasileiras com canções como "Beat Acelerado", "Johnny Love" e "Tudo Pode Mudar".

História

Início

A banda nasceu com o nome de "A Gota Suspensa" e seguia a linha do rock progressivo, influênciada pela predominância dos teclados. Com esse nome, o grupo lançou um LP independente em 1984. Apesar de não obter repercussão comercial, o disco chamou a atenção dos diretores da gravadora CBS, que contratou o conjunto. A Gota Suspensa mudou de nome e passou a se chamar "Metrô". O grupo também deixou o estilo rock progressiva e adotou uma linha mais pop/rock, desta vez influênciada especialmente pela "New Wave" daquela época.

Sucesso

No final de 1984, o grupo gravou um compacto, com a música "Beat acelerado", que obteve grande sucesso no Brasil. Em 1985, foi lançado "Olhar", primeiro e único LP do Metrô. O grupo também participou da trilha sonora do filme brasileiro "Rock Estrela", dirigido por Lael Rodrigues.

Fim do Metrô

O grupo passou a realizar vários concertos por todo Brasil. O excesso de shows e de exposição, somadas as pressões comerciais, desgastaram a banda. No auge do sucesso, a vocalista Virginie deixou o Metrô em abril de 1986.

Tristes Tigres

Os membros remanescentes escolheram Pedro Parq, ex-vocalista do grupo de rock português Mler If Dada, para substituir Virginie, e quase adotaram um novo nome: "Tristes Tigres". Em 1987, eles lançaram o LP "A Mão de Mao", único álbum do Metrô sem a Virginie. Naquele mesmo ano, a banda foi desfeita. A ex-vocalista Virginie ingressou em uma nova banda, chamada "Fruto Proibido", que lançou em 1988 o álbum "Crime Perfeito", mas logo abandonaria o projeto.

Retorno

Após o fim, alguns de seus integrantes voltaram para a Europa. A vocalista Virgine casou-se com um diplomata e mudous-e para Moçambique. Anos depois, todos os membros originais voltaram ao Brasil. A convite do ex-produtor da banda Luiz Carlos Maluly. Dany, Yann, Zaviê e Alec se reuniram novamente.

Em agosto de 2002, eles fecharam um acordo com a gravadora Trama, que lançou em novembro o CD "Déja-Vu", que incluía composições inéditas e ainda regravações dos hits "Beat Acelerado" e "Johnny Love", além de covers de "Aquarela do Brasil" (de Ary Barroso) e "Mensagem de Amor" (dos Paralamas do Sucesso). O álbum ainda teve as participações especiais de Jorge Mautner, Nélson Jacobina, Otto (ex-Mundo Livre S/A) e de Preta Gil, entre outros.

Zaviê se desligou do grupo ainda naquele ano, mas os demais intergrantes se reuniram em apresentações para divulgação do álbum. Em 2003, o grupo musical realizou uma turnê pela Europa e África para divulgar esse trabalho. No final de abril e começo de maio de 2004, fizeram shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Londres, Paris e Lisboa, todos lotados. Em fevereiro de 2006, Virginie esteve em Brasília para uma tarde de autógrafos e um show com uma banda local, cantando sucessos antigos e novos do Metrô

Componentes

    * Virginie Boutaud (vocal)
    * Yann Laouenan (teclados)
    * Dany Roland (bateria)
    * Alec Haiat(guitarra)
    * Zaviê Leblanc(baixo)
    * Pedro "Parq" d'Orey (vocal)

Discografia

    * 1984 - Beat Acelerado (CBS - Compacto simples)
    * 1985 - Olhar (CBS - LP - Sony CD)
    * 1987 - A mão de Mao (CBS - LP - Sony CD)
    * 1988 - Virginie & o Fruto Proibido (CBS - LP)
    * 2002 - Déja-Vu (Trama - CD)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Metr%C3%B4_(banda)



- Postado por: verdeamarillo às 12h20
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Bandas dos Anos 80 - Camisa de Vênus

Camisa de Vênus (também conhecido somente como Camisa) é uma banda de rock brasileiro.

Foi criada em Salvador quando Marcelo Nova (vocal), Robério Santana (guitarra), Karl Franz Hummel (baixo) e Gustavo Adolfo Souza Mullen se reuniram. A primeira apresentação foi em maio de 1982, em Salvador, e o lançamento do primeiro compacto, Primo Zé e Controle total, aconteceu no mesmo ano. O primeiro álbum, Camisa de Vênus, foi lançado em 1983 pela Som Livre.

O Camisa de Vênus foi expulso da gravadora Som Livre após o primeiro disco porque não quis mudar seu nome, que a gravadora considerava "difícil" de ser divulgado. A gravadora também tirou o disco de catálogo e, por mais de um ano, a banda ficou sem gravadora. Em 1985, assinaram com a RGE, que relançou o primeiro disco da banda. Ainda em 1985, foi lançado Batalhões de estranhos, do qual lançaram com sucesso o single Eu não matei Joanna d'Arc.

A banda lotava ginásios em todo o país e lançaram um disco ao vivo, Viva, de 1986, que conseguiu boas vendagens. Assinaram um novo contrato com a WEA e lançaram o álbum Correndo O Risco, do qual Só o fim se tornou um hit.

Em outubro de 1987 foi lançado o álbum duplo Duplo Sentido. Em novembro, Marcelo Nova deixou a banda e o Camisa de Vênus chegou ao fim. Em 1995, o Camisa voltou a se apresentar com uma formação diferente, que lançou o último álbum, Quem é você?.

Discografia

    * 1982 - Controle Total [1] (compacto)
    * 1983 - Camisa de Vênus [2]
    * 1984 - Batalhões de Estranhos
    * 1986 - Viva - Ao Vivo
    * 1986 - Correndo o Risco
    * 1987 - Duplo Sentido
    * 1988 - Liberou Geral
    * 1990 - Bota pra Fudê
    * 1995 - Plugado! (ao vivo)
    * 1996 - Quem É Você?

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Camisa_de_V%C3%AAnus



- Postado por: verdeamarillo às 12h13
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Bandas dos Anos 80 - Zero

Em 1983, Guilherme Isnard, recém saído do Voluntários da Pátria, monta, junto com Beto Birger (depois no Nau) no baixo; Cláudio Souza (Violeta de Outono) na bateria; Gilles Eduar, sax ; Fábio Golfetti (Violeta de Outono) e Nelson Coelho nas guitarras o ZER0. Esta formação, mais underground, durou apenas dois anos, e rendeu o compacto com Heróis e 100% Paixão, músicas que entraram na programação das rádios rock na época além de participarem da coletânea Os Intocáveis e também em uma música da cantora May East.

Em 85, o vocalista Guilherme Isnard, remonta o grupo com uma nova formação que contava com Eduardo Amarante (ex-Agentss e Azul 29) na guitarra; Rick Villas-Boas (ex-Joe Eutanásia) no baixo; Freddy Haiat (ex-Degradée) nos teclados e Athos Costa (ex-Tan-Tan Club) na bateria. Com esta nova formação passaram a compor e a gravar novas músicas, na esperança de um futuro contrato com uma gravadora. Neste ponto apareceu a chance de gravar pela EMI que estava com um projeto novo, de lançar novas bandas em um formato não muito comum no Brasil, o Mini LP, ou EP. Foi assim que o Zero lançou o primeiro trabalho, Passos no Escuro. Neste álbum quase todas as músicas se destacaram, mas as principais foram Agora Eu Sei, com a participação do então desconhecido Paulo Ricardo (RPM) e a faixa titulo.

Dois anos depois em 87, lançam o bem sucedido disco Carne Humana, com os hits A Luta e o Prazer, Quimeras e Algum Vicio. Para este trabalho sai Athos e entrou Malcolm (ex-Azul 29 e Voga). Neste mesmo ano, abrem os shows da turnê brasileira de Tina Turner, mesmo enfrentando um publico hostil, que estava interessado apenas em ver a cantora, o ZER0 se mostra um grupo maduro, fazendo excelentes apresentações. Passam os dois anos seguintes fazendo shows pelo Brasil inteiro.

Já em 89, surpreendem a todos anunciando o grupo iria se separar, para marcar a data fazem apresentações no finado Dama Xoc em São Paulo e no Circo Voador no Rio. Tocam juntos ainda até 92, em algumas apresentações esporádicas pelo interior do Brasil. Segundo Guilherme Isnard, a banda se separou graças a junção de algumas coisas, como uma troca de gravadora, onde a banda iria deixar a EMI indo para a WEA, o que não se concretizou; o núcleo original de composição (Freddy+Rick+Isnard) se desfez com a saída do Freddy da banda; o fato dele estar trabalhando por cinco e ganhando por um; a vontade de investir em novo projetos e também por continuarem excursionando por alguns anos sem compor nada novo parecia que o nosso assunto tinha acabado, diz Isnard.

Com o fim do ZER0, Guilherme Isnard pode dar asas aos seus novos projetos, como os shows em homenagem a Brian Ferry do Roxy Music e standards da música americana dos anos 50. Segundo o cantor, eram projetos que não cabiam em uma banda de rock, e eu acreditava que a minha voz não deveria estar restrita a um único estilo de repertório, foi por isso que a primeira coisa que eu fiz foi diversificar o máximo possível, tentando reconhecer meus limites e estabelecer alguns paradigmas artísticos. Continuo pensando e buscando isso até hoje. Passou a interpretar também sambas em shows que fez ao lado do cantor Miltinho. Em 92 muda-se para o Rio de Janeiro, até então vivia em São Paulo, com a mudança tem a oportunidade de fazer algumas apresentações solo em boates com People e Hippódromo. Entre 98 e 99 arrisca-se nos palcos onde interpreta o flautista e compositor Joaquim Antônio Callado, no musical O Abre Alas que fez um grande sucesso pelo país.

Ainda em 99, o ZER0 estaria comemorando 15 anos, e eles acabam se reunindo para uma série de apresentações no Rio de Janeiro, junto com a banda de Brasília, Finis Africae. Tocam também em São Paulo no Blen Blen Brasil, onde fazem uma das melhores apresentações da banda, que contou ainda com a participação de Fabio Golfetti, da primeira formação, e dos amigos Miguel Barella, Voluntários da Pátria e Kodiak Bachine da precursora do new wave brasileiro, Agentss, além de Eduardo Amarante e Freddy Haiat.

Desde então a banda continuou se apresentando no Rio, sempre junta de outras bandas dos anos 80 e que estavam voltando a ativa, como o Uns e Outros, até que no segundo semestre de 2000 eles voltam ao estúdio para gravar um novo trabalho que foi lançado no ano seguinte. O novo álbum, Electro Acústico, trás novas versões de grandes sucessos do Zero, como Agora eu Sei, Heróis, A Luta e o Prazer, além de algumas composições novas como a bela Mentiras. Para este trabalho, Guilherme Isnard conseguiu reunir quase todos os antigos integrantes, estão presentes, Eduardo Amarante, Freddy Haiat, Rick Villas Boas, que veio da Holanda, onde morava, para participar do projeto. Além de Philipe Seabra da Plebe Rude, que tocou na faixa Heróis, e Bruno Golveia, do Biquino Cavadão, com backing vocals na mesma faixa. Com disco novo debaixo do braço o ZER0 sai para uma pequena turnê no Sudeste do país, mas devido a problemas em conseguir unir as agendas dos integrantes, que moram em três cidades diferentes, além de não estarem com nenhuma música nas rádios, e com uma péssima distribuição do disco, esta feita pela Sony, em setembro de 2002 resolvem dar um novo tempo. Nesse momento eu estou investindo em uma formação enxuta, de power trio, só pra ver que bicho vai dar, e eu estou gostando do bicho que está dando, diz Isnard.

Paralelamente ao ZER0, Guilherme Isnard se apresenta com o espetáculo Amores Remotos, onde canta alguns sambas extemporâneos. Fora isso existe a possibilidade de que os dois primeiros trabalhos da banda, que continuam inéditos em CD sejam relançados no inicio do ano que vem, fora que o selo Voiceprint, que já trabalha com Fabio Golfetti e o Violeta de Outono promete, também, para o de 2003, lançar algumas músicas da primeira formação da banda, que foi o lado mais experimental do ZER0 e que a maioria do público não conhece.

Fonte: http://www.bandas80.hpg.ig.com.br/zero.htm



- Postado por: verdeamarillo às 12h02
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Banda dos Anos 80 - Hanoi Hanoi

Grupo de rock criado em 1985 no Rio em torno da figura do baixista Arnaldo Brandão, que já havia integrado as bandas Brylho, A Bolha, Blitz e conjuntos de Raul Seixas, Jorge Mautner, Luiz Melodia, Gal Costa e Caetano Veloso. De sua afinidade com o poeta Tavinho Paes nasceu o embrião do Hanoi-Hanoi, que lançou em 1986 o primeiro LP, "Hanoi-Hanoi". O primeiro e maior sucesso foi "Totalmente Demais" (que deu nome a um disco de Caetano), incluído neste disco ao lado de "Blablabla Eu Te Amo" e "Bonsucesso 68". Em 88 saiu "Fanzine", tendo como músicas de trabalho "Plic Plic", "O Tempo Não Pára" (Brandão/ Cazuza) O terceiro disco, "O Ser e o Nada" (EMI), é de 1990 e tanto o título quanto o conceito do disco são emprestados do papa do existencialismo Jean-Paul Sartre. Depois de participar do Rock In Rio II (1991) substituindo o Barão Vermelho, em 1992 veio "Coração Geiger", que não repetiu sucessos anteriores. Em 1995 o CD "Credus" reuniu gravações ao vivo de uma turnê de 1993.

Fonte: http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/hanoi-hanoi.asp



- Postado por: verdeamarillo às 11h53
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Bandas dos Anos 80 - RPM

RPM (significa: Revoluções por Minuto) é o grupo do rock brasileiro surgido em 1985, tendo sido um dos mais populares do país nos anos de 1986 e 1987. Foi um dos grupos mais bem sucedidos da história da música brasileira. Na segunda metade dos anos 80, conseguiram bater todos os recordes de vendagens da industria fonográfica brasileira. A suposta visão crítica e bagagem cultural do letrista Paulo Ricardo foi um argumento de marketing na vendagem dos discos da banda. A banda vendeu mais de 3 milhões de discos em sua carreira.

História

Formação - Tudo começou em 1976, em São Paulo, quando Paulo Ricardo namorava Eloá, que morava em frente à casa onde Luiz Schiavon ensaiava com May East. O casal resolveu um dia visitar os vizinhos, que estavam num ensaio crucial que decidiam entre cantar em inglês ou português. Paulo Ricardo deu seu voto, opinando pelas letras em português e assim conheceu Luiz Schiavon. Neste dia conversaram muito sobre música. Paulo estava começando sua carreira como crítico musical e Schiavon era um pianista clássico. Schiavon buscava um novo caminho, mais popular, mas sentiu dificuldade em encontrar alguém. Foi assim que Paulo recebeu o convite para integrar o "Aura", uma banda de jazz-rock que ainda tinha Paulinho Valenza na bateria. Depois de três anos de ensaios e nenhum show, Luiz encantou-se pela música eletrônica e pela tecnologia de novos sintetizadores, enquanto Paulo decidiu morar na Europa – primeiro na França e depois em Londres, de onde escrevia sobre novidades musicais para a revista Somtrês e se correspondia com freqüência com Schiavon. Este choque de personalidades impulsionou a criação do RPM depois que o trabalho da dupla foi retomado, já em São Paulo.

Juntos, criaram as primeiras canções. As primeiras foram "Olhar 43", "A Cruz e A Espada" e a música que batizara a banda que ali nascia: "Revoluções por Minuto". Gravaram uma fita demo destas músicas com uma bateria eletrônica e encaminharam à gravadora CBS que considerou-as ambíguas e difíceis de tocar nas rádios. O nome 45 RPM (45 rotações por minuto) foi sugerido inicialmente em uma lista de nomes feita por uma amiga. Schiavon e Paulo gostaram do nome, mas tiraram o 45 e mudaram o Rotações por Revoluções. Convidaram o guitarrista Fernando Deluqui (ex-Gang 90 May East) e o baterista Charles Gavin (ex-Ira!) para completar o grupo. Já batizados de RPM, conseguiram um contrato com a gravadora CBS, com o compacto de 1984, que viria com as faixas "Louras Geladas" (a música virou um hit das danceterias e das paradas de sucesso das rádios) e "Revoluções por Minuto" (que foi censurada na época). "Louras Geladas" caiu no gosto do público de todo o país e levou a banda a gravar o seu álbum de estréia, já com o baterista Paulo P.A. Pagni (ex-Patife Band), que entrou para o RPM como convidado, no meio da gravação do LP, o que explica a sua ausência na capa do disco "Revoluções Por Minuto". Charles Gavin havia saído do grupo para se integrar aos Titãs.

1985: Revoluções por Minuto

No mês de maio chega às lojas Revoluções Por Minuto, no vácuo de um país ainda perplexo com a morte de Tancredo Neves. O misto de paixão platônica e pretensa declaração de amor de "Olhar 43" emplaca nas rádios e abre caminho para que outras faixas, mais politizadas e/ou conceituais, façam o mesmo. As faixas do disco tratam também de temas como política internacional e transformações sócio-econômicas. Um elemento estranho são os climas soturnos dos arranjos de Luiz Schiavon. O sucesso do álbum é tanto que o RPM emplaca rapidamente uma seqüência de hits no rádio (oito entre as onze faixas do álbum) e chega à marca de 100.000 LPs vendidos (disco de ouro). Revoluções por Minuto chegou a vender 300 mil cópias.

1986: Rádio Pirata Ao Vivo

Logo depois dos primeiros shows de divulgação, o RPM fecha contrato com o megaempresário Manoel Poladian, que procurava uma banda em ascensão no rock brasileiro para o seu elenco de artistas platinados de MPB. Os costumeiros palcos das danceterias são trocados por uma megaprodução, com direito a Ney Matogrosso assinando luz e direção, canhões de raio laser e multidões espremidas em ginásios e estádios. A esta altura, Paulo Ricardo já é sex symbol: estampa diversas capas de revistas e enloquece garotas histéricas.

Sem “futuros hits” na manga e para manter a banda em alta, Poladian, músicos e gravadora lançam em julho de 1986, um novo álbum, com parte do registro de dois shows da histórica turnê. O repertório de Rádio Pirata Ao Vivo traz quatro gravações inéditas (sendo duas covers) e cinco faixas de Revoluções Por Minuto. Com a ajuda dos preços congelados do Plano Cruzado, 500 mil cópias são vendidas antecipadamente. As vendas de Rádio Pirata Ao Vivo disparam e chegam a 2,2 milhões. O RPM transforma-se na banda de maior vendedagem da indústria fonográfica nacional até então.

As coisas ficaram tensas, no entanto, quando Paulo Ricardo passou a ser conhecido apenas como "sex symbol" e começou a ser procurado e visto por jornalistas e fãs como se fosse modelo e não músico.

1987: A primeira Separação

Mesmo com todo o sucesso no Brasil e em países como França e Portugal, o RPM que até teve um Globo Repórter Especial em 1986 e havia se tornado álbum de figurinhas, passava por uma situação difícil. Em junho, houve o lançamento oficial do mix em que se encontravam o grupo de rock de maior sucesso do Brasil - o RPM e um dos monstros sagrados da MPB - Milton Nascimento, o RPM & Milton. O fracasso do projeto RPM Discos, um selo próprio do grupo, acabou causando conflitos entre seus integrantes. Chegou-se a produzir um LP com o grupo paulista Cabine C, que prensado e distribuído pela RCA, não vendeu nem 20 mil cópias. Uma experiência em auto produzir videoclipe também resultou em prejuízos. E o projeto de um longa-metragem foi a gota d'água para a separação do grupo: o cineasta Sérgio Rezende ("Até a Última Gota", "O Homem da Capa Preta", "O Sonho Acabou") trabalhou durante dois meses no roteiro, com Marcelo Rubens Paiva ("Feliz Ano Velho"), amigo e colega de escola de Paulo Ricardo, Fernanda Torres chegou a ser contratada para o filme que seria produzido por Luís Carlos Barreto. Uma produção destinada a ter, em 1987, o mesmo impacto up-to-date, que Richard Lester conseguiu com os Beatles no auge de sua fama ("Os Reis do Ié-Ié-Ié", "Help"), mas que não se concretizou. Ainda em 1987 chegaram a anunciar a separação oficial do grupo.

1988: Quatro Coiotes

O grupo retomou as atividades em 1988, com o álbum "RPM" (mais conhecido como Quatro Coiotes), com uma tiragem inicial de 250 mil cópias. Na gravadora, o RPM ainda tinha destaque, pois chegara a empatar com Roberto Carlos em termos de vendagem, ainda a maior fonte de receita da empresa. Houve uma grande divulgação na época: em algumas rádios o disco chegou a ser executado por inteiro em meio à programação.

Separados há mais de seis meses, a banda ressurgia aparentemente mais amadurecida, com um disco basicamente com base na percussão (do brasileiro Paulinho da Costa, radicado nos EUA há mais de 10 anos). Gravado entre novembro/87 a fevereiro/88, nos estúdios da Sigla em São Paulo e Light House, em Los Angeles, onde também foi mixado no sistema digital, com corte e masterização de profissionais dos mais competentes (Bernie Grundman Mastering), o RPM reúne nas dez faixas deste LP de retorno participações ilustres - como dos americanos Larry Williams e Dan Higins, nos sax; Jerry Hey, Gary Grant e Lanny Hall em trumpetes e, nas vozes, a competência de Siedah Garreth, Phyllips St. James e Maxi Anderson - o que se pode sentir especialmente em "Partners". Apesar de tudo, o som é estritamente alto, com o instrumental sobrepondo-se às letras (todas, exceto "Ponto de Fuga", de Paulo Ricardo). Não faltou erotismo como em "A Dália Negra" ou até uma pitada social em "O teu futuro espelha essa grandeza", com solo de cuíca e a participação de Bezerra da Silva para uma letra que fala em poluição de praias, crianças abandonadas. Vendeu as 250 mil cópias, mas para os padrões do RPM, era o fracasso. Novamente o grupo rompe.

Não se sabe a ocasião, mas o grupo ainda viria a realizar a regravação de "A página do relâmpago elétrico" de Ronaldo Bastos, em 1989.

1993: Paulo Ricardo & RPM

Apesar de não contar com o tecladista Luiz Schiavon e com o baterista Paulo P.A. Pagni, este disco é considerado por muitos como o terceiro disco de estúdio da banda. Com Paulo Ricardo (voz e baixo), Fernando Deluqui (guitarras), Marquinho Costa (bateria) e Franco Júnior (teclados), este é o disco mais pesado da banda. Sem a influência de Schiavon a banda aposta em guitarras pesadas e solos bem construídos por Deluqui. A música "Gênese" chegou a ser tema da novela das sete, o hit "Pérola" e a balada "Surfista Prateado" foram executadas com freqüência nas paradas das FMs por todo Brasil. Também vale apena destacar a excelente letra da música "O Fim", cuja melodia também não deixa nada a desejar. Apesar da excelente qualidade musical, o sucesso na mídia não se refletiu nos palcos e nem nas vendas do disco. Era a época da explosão da Axé Music e do Sertanejo e muitas bandas de rock de sucesso nos anos 80 caíram no ostracismo. Após a malfadada turnê do disco Paulo e Fernando resolveram seguir caminhos diferentes. Mais tarde Deluqui gravaria um disco solo e Paulo trilharia os caminhos da MPB.

2002: MTV RPM 2002

A partir daí, cada um seguiu seu caminho, seja em carreira solo, produzindo outros grupos ou até compondo para outros artistas. Permaneceram separados até 2001, quando resolveram se encontrar novamente para ensaiar, sem maiores pretensões, os antigos sucessos. Percebendo o entrosamento perfeito e a vontade de todos de estarem juntos novamente nos palcos, deram início ao retorno do RPM.

Após 12 anos em que cada um seguiu sozinho sua carreira, em 2001 Deluqui telefonou para o Schiavon convidando-o para assistir um show que ele faria em São Paulo. Schiavon desculpou-se dizendo que não poderia ir. Esse telefonema começou a acender uma saudade dos bons tempos. O tecladista ligou para Paulo Ricardo que estava no Rio de Janeiro, Paulo chamou Schiavon para conversar e assim decidiram que estava na hora de um retorno. Passaram na casa de P.A. e foram para um ensaio informal, onde neste dia tocaram todas as músicas do RPM como se não tocassem juntos por apenas uns três meses, resolveram mágoas do passado e chamaram novamente o "quinto coiote" para empresariá-los, Manoel Poladian.

Em 2001 é lançado o single "Vida Real", escolhido como a melhor versão do Reality Show Big Brother, pela Endemol. Logo após esse sucesso a MTV propõe o lançamento de um especial com direito a Cd e Dvd e um programa na emissora.

A MTV colocou-os novamente na mídia com o álbum "MTV RPM 2002", gravado ao vivo no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, no mês de março de 2002. Um dos pontos altos deste show é a belíssima "A Cruz e a Espada", que traz a participação de Renato Russo. Outra participação especial que há no show é a de Roberto Frejat, do Barão Vermelho, que toca guitarra na música "Exagerado", regravação que homenageia Cazuza.

O álbum contem como faixa bonus a canção "Onde está o meu amor?", que fez parte da trilha sonora da novela Esperança, o album vendeu mais de 300 mil cópias do CD e 50 mil cópias do DVD.

Em 2003, novamente com a MTV, gravam o Luau MTV 2003, com 10 músicas, (álbum que nunca foi lançado pela MTV).

2003: Nova separação

O grupo, com o sucesso do projeto da MTV, começou então uma nova turnê por todo o Brasil, que não durou muito tempo. Especulações dizem que a banda se separou após os outros integrantes descobrirem que Paulo Ricardo havia registrado todos os direitos em seu nome, iniciando uma disputa judicial pela marca RPM. Outros dizem que houve divergências quanto ao som da banda, se seguia os anos 80 ou partia para algo mais moderno.

Paulo Ricardo e o baterista Paulo P.A. Pagni formaram a banda PR.5, enquanto Luiz Schiavon e Fernando Deluqui juntamente com André Lazzarotto lancaram o cd LS&D (Viagem na Realidade) (2000 mil cópias foram lançadas). A música "Madrigal" teve uma boa execução, pois era a música tema da novela "Cabocla" da Rede Globo. Mesmo com o fracasso do cd Zum Zum do PR.5, Paulo Ricardo lançou a música "Eu quero te levar", que não estava no CD da banda (Ele foi executada na novela da Rede Globo, "Como uma Onda").

Paulo Ricardo lançou em 2006 o CD e DVD Acoustic Live, com covers de clássicos internacionais e teve grande repercussão, com as musicas "Beautiful Girl" cover do INXS e de "Love Me Tender". Nesse mesmo ano, no segundo semestre Paulo Ricardo, P.A e Luiz Schiavon tocaram juntos no programa Domingão do Faustão, um encontro memorável que relembrou grandes sucessos da banda RPM.

2007: A volta

Em 2007, Paulo lança o CD Prisma, com uma pegada pop rock com as faixas "Diz" e "A Chegada", contando com os membros do PR.5 como músicos de apoio, inclusive o baterista Paulo P.A. Pagni e um auxílio do Luiz Schiavon na música "O dia D a hora H". O Álbum foi indicado ao Grammy Latino e possui uma música na novela do SBT ("Ímã do amor"). Nesse mesmo ano o grupo RPM tocou junto com todos os seus integrantes numa casa de show em São Paulo, que sempre esteve lotada pra ver a apresentação da banda.

Depois de muito som rolado e quatro anos passados, a banda anuncia o lançamento de uma caixa com os 3 primeiros álbuns da banda e mais um CD com remixes, covers e faixas não lançadas, junto com um DVD com o show do disco Rádio Pirata Ao Vivo, de 1986. Enquanto todos esperam o lançamento oficial, Paulo Ricardo, Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo P.A. Pagni já andam tocando juntos. Assim, é provável a volta da banda.

Luiz Schiavon atualmente tambem dirige, junto com o músico Caçulinha, um grupo musical no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo.

2008: O (Re)começo

Após tocarem juntos no mês de julho no Domingão do Faustão para promover vendas do Box - Revolução? RPM 25 Anos, a banda se sentiu rejuvenescida. As entrevistas estão à todo vapor, e cada vez mais mostram o interesse para a volta da banda.

Porém, eles não pretendem levar a carreira com tanto afinco como na juventude, porque como disse Luiz Schiavon, eles estão beirando os 50 anos e trabalham com outras atividades, mais a proposta está no ar, e estão cogitando um novo CD de inéditas em 2009, caso o box tenha um bom número de vendas.


Livro: Revelações Por Minuto

Em dezembro de 2007, o livro "Revelações Por Minuto" foi lançado, contando os detalhes da trajetória da banda, desde seu início (1984) até o fim (1989). Com uma grande coletiva de imprensa em São Paulo, contando com a presença do escritor do livro, Marcelo Leite de Moraes, e os quatro integrantes da banda.

Discografia

    * Revoluções Por Minuto (1985)
    * Rádio Pirata Ao Vivo (1986)
    * Quatro Coiotes (1988)
    * Paulo Ricardo & RPM (1993)
    * MTV RPM 2002 (2002)
    * Revolução? RPM 25 Anos - Box (2008)

DVDs

    * MTV RPM 2002 (2002)
    * Rádio Pirata - Ao vivo (2008)

Compactos/Singles

    * "RPM" (1984) - Com Louras Geladas e Revoluções por minuto.
    * "Remix Louras Geladas" (1984) - O primeiro remix brasileiro (DJs Grego, Iraí Campos e Julinho Mazzei).
    * "Alvorada voraz" (1986) - Divulgação da música do álbum Rádio Pirata.
    * "London, London" (1986) - Divulgação da música do álbum Rádio Pirata.
    * "Naja" (1986) - Divulgação da música instrumental do álbum Rádio Pirata.
    * "RPM Milton" (1987) - EP gravado junto com Milton Nascimento. Contém as músicas "Homo sapiens" e "Feito nós".
    * "Quatro coiotes" (1988) - Divulgação da música do álbum RPM.
    * "Disco Release" (1988) - Disco de entrevistas do RPM a fim da divulgação do álbum de 1988.
    * "Partners" (1988) - Divulgação da música do álbum RPM.
    * "Gita" (1991) - Divulgação da música "Gita". No lado B, a música "Dia da caça", do álbum solo de Paulo Ricardo, Psicotrópico.
    * "Vida real" (2001) - Divulgação do tema do programa da Globo, Big Brother Brasil.
    * "Alvorada Voraz" (2002) - Divulgação da musica "Alvorada Voraz", do MTV RPM 2002.

Participações especiais

    * Cais (1989) - Regravação do RPM da música "A página do relâmpago elétrico".
    * O início, o fim e o meio - Tributo a Raul Seixas (1991) - Regravação do RPM da música "Gita".
    * A "volta" da banda no Domingão do Faustão no dia nacional do Rock(13/07/2008).

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/RPM_(banda)



- Postado por: verdeamarillo às 11h02
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Banda dos anos 80 - Picassos Falsos

Com o nome inicial de O Verso, o grupo teve primeira formação com Humberto Effe (vocal), Abílio Azambuja (bateria), Luis Gustavo (guitarra) e Zé Henrique (baixo), substituído depois por Luis Henrique. Depois de uma demo que passou despercebida, gravaram outra com três músicas produzidas por Alvin L., que também cedeu o título de uma canção para rebatizar a banda. Pularam dos palcos de espaços undergrounds e bares, em 1986, para as rádios alternativas com a gravações demo de Carne e Osso e Quadrinhos. O primeiro disco, Picassos Falsos, lançado pelo selo Plug, vertente da gravadora RCA direcionada ao rock, estourou as duas músicas no rádio. O LP seguinte foi Supercarioca, inspirado na catástrofe em que o Rio de Janeiro se tornou depois das chuvas de verão de 1988. Caldeirão de rock dos anos de 1960 e 1970 misturado a MPB, traz citações de Noel Rosa na música Marlene, com Último Desejo, e também de Jimi Hendrix, com Third Stone from the Sun, em Bolero. Os Picassos Falsos foram considerados uma das melhores bandas da divisão de base carioca dos anos de 1980, ao lado do Hojerizah. Mas, mesmo com o disco bem-sucedido, não foram adiante. Pouco depois, foram dispensados da gravadora e o grupo defez-se em seguida.

Fonte: http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/picassos-falsos.asp

Site Oficial:http://www.picassosfalsos.com.br/index.html




- Postado por: verdeamarillo às 22h15
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Bandas dos Anos 80 - Brylho

Banda carioca formada em 1978, na onda Black Rio, ainda com o nome Brilho da Cidade. A banda tinha como proposta a fusão da black music com o pós-tropicalismo.
Já com o nome de Brylho, emplacou seu grande sucesso "Noite do prazer" em 1983, quando lançou o primeiro LP, "Brylho".
Após uma participação na trilha sonora do filme "Bete Balanço", em 1984, ainda lançaram um compacto simples, com as músicas "Navegando em Águas Livres" e "A Bruxa", encerrando a carreira em 1985.

Fonte: http://www.bandas80.hpg.ig.com.br/bryl.htm



- Postado por: verdeamarillo às 21h06
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Bandas dos Anos 80 - Tokyo

Formado em meados de 1984 por Supla (vocal), Z (teclados), Rocco (bateria), Bidi (guitarra) e Andres (baixo), a banda technopop paulista misturava a energia do punk com o velho rock'n'roll. Algum tempo depois, gravaram um compacto na Som Livre mas nada aconteceu, até que no final do ano seguinte lançaram o LP "Tokyo" (Epic/CBS), estourando rocks como "Humanos", "Mão Direita" e "Garota de Berlim" (esta em duo com a roqueira alemã Nina Hagen). O LP contou ainda com outro curioso dueto com Cauby Peixoto ("Romântica"). Em 87, já com a saída de Bidi, substituído por Conde Novaes, a banda lançou seu derradeiro LP, "O Outro Lado". Embora o rock "Metralhar e Não Morrer" tenha tocado em algumas rádios, o disco não teve maior repercussão. Dois anos depois, a banda se dissolveu e seu líder, Supla, foi fazer carreira solo.

Fonte: http://www.bandas80.hpg.ig.com.br/toky.htm



- Postado por: verdeamarillo às 21h03
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Banda dos Anos 80 - Inocentes

Eles são Inocentes há 20 anos! Há muito perderam a ingenuidade, mas não a inocência, sua mola propulsora. Nesses 20 anos de estrada fizeram do Punk Rock sua profissão de fé e sua história ligada ao movimento já é bem conhecida; porém poucos sabem de sua história além das quatro linhas do movimento.
Para eles, o Punk foi um instrumento que fez a arte crítica renascer. Como diria Marcel Duchamp: "Tirou a arte de seu pedestal e a trouxe de volta às ruas".
Aos Inocentes, coube sua parte: ligar guitarras e distorções no volume máximo e botar a "boca no trombone"- política, injustiça social, raiva, medo, ódio, existencialismo... poesia em estado bruto tocando fundo nas feridas do establishment.
Eles acreditam que o Punk faz parte de um tipo de atitude que nasceu lá com os Beatniks e que se estende a várias manifestações artísticas além da música e do rock. Por isso, contribuíram com cineastas como Tatá Amaral e Francisco César Filho, participaram do curta-metragem "Opressão" de Mirella Martinelli, do média "Punks" de Sarah e Alberto, e do longa "Cidade Oculta" de Chico Botelho.>br> Musicaram poemas de Maiakovski, Glauco Mattoso e Alexandre Antônio Olímpio, flertaram com a ala alternativa da MPB e a vanguarda paulista, participando do disco de Maricenne Costa gravando música de Edvaldo Santana, transformaram clássicos da época da ditadura, como "Pesadelo" de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós, em Punks arrasa quarteirão.
Paulinho Barnabé, irmão do Arrigo, tocou baixo por um ano na banda enquanto o baixista original servia o exército.
Com os Rappers Thayde e DJ Hum, fizeram uma versão de "Pânico em SP" que levou o nome de "Testemunha Ocular", já com X do Cambio Negro gravaram a música "Intolerância" e o DJ Branco, ex.- Pavilhão 9, participou do último CD.
Recentemente foram convidados a tocar com os Demônios da Garoa o "Samba do Ernesto", numa noite memorável no SESC Belenzinho.
Participaram de vários festivais importantes como: Close-Up Planet (SP), Abril Pro Rock (PE), Expo-Alternativo e Conexão Underground (RJ), recentemente do Balaio Brasil (SP), Acendedor de Lampiões (AL) e abriram o show do Bad Religion no Credicard Hall em São Paulo.
Em 20 anos os Inocentes gravaram 10 álbuns, por várias gravadoras diferentes e participaram de 6 coletâneas no Brasil e na Europa. Acabaram de sair da Abril Music, por onde lançaram seus dois últimos CDs : "Embalado a Vácuo" de 1999 e "O Barulho dos Inocentes" de 2000, que tiveram seus "hits underground" bem executados nas rádios Rock de São Paulo, respectivamente "Cala a Boca" e "São Paulo".
Agora, para comemorar esses 20 anos de atividade ininterrupta eles estão lançando o CD "20 Anos ao Vivo" pela gravadora RDS. O álbum foi gravado ao vivo no SESC Pompéia em dois shows realizados em janeiro de 2001 e, o repertório foi escolhido pelos fãs via Internet, e além dos clássicos da banda como "Pânico em SP", "Rotina" e a recente "Cala a Boca", o CD tem duas faixas em estúdio "Diga se fico ou se vou", versão em português para "Should I stay or Should I go" do The Clash e "Preguicista" em parceria com o poeta Glauco Mattoso.
Nenhuma música foi refeita em estúdio, o áudio do CD é exatamente o que a banda fez no palco, por isso existem aqueles ligeiros escorregões que dão charme e energia, e melhor não deixam o disco soar falso. O Álbum é o último registro da banda com o guitarrista Ronaldo Passos, que por problemas pessoais teve que sair após 17 anos de estrada, mas que vem sendo substituído a altura por André Fonseca do Okoto, e ainda temos, os agora velhos de guerra, Anselmo "Monstro" no baixo, Nonô na bateria e Clemente voz e guitarra.
Pra quem gosta de boa música, feita com prazer, energia e autenticidade esse álbum é essencial, são 20 anos ao vivo, longa vida aos Inocentes.

Fonte: http://www.bandas80.hpg.ig.com.br/inoc.htm



- Postado por: verdeamarillo às 20h57
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Banda dos Anos 80 - Plebe Rude

Banda formada nos anos 80 por Philippe Seabra, Gutje, André X e Jander Bilaphra. Em Brasília, fizeram parte da turma da Colina, integrada por outras bandas como Paralamas do Sucesso e Aborto Elétrico (que posteriormente deu origem Capital Inicial e Legião Urbana).

O grupo dissolveu-se em meados dos anos 90, voltando a reunir-se em 2000 para gravar um álbum ao vivo, entitulado Enquanto a Trégua Não Vem. Em 2003, Gutje e Jander Bilaphra deixam a banda. A Plebe Rude volta na forma definitiva com Clemente, que também integra a banda Inocentes, e Txotxa, que já havia integrado a banda Maskavo Roots. Em 2006, com esta nova formação, lançaram o álbum intitulado R ao contrário.

Discografia

    * O Concreto Já Rachou (1985)
    * Nunca Fomos Tão Brasileiros (1987)
    * Plebe Rude III (1989)
    * Mais Raiva Do Que Medo (1993)
    * Portofólio (1997) - Caixa
    * Preferência Nacional (1998) - Coletânea
    * Enquanto a Trégua Não Vem - Ao Vivo (2000)
    * Para Sempre (2001) - Coletânea
    * Identidade (2002) - Coletânea
    * 2 em 1 (2003) - Coletânea (O Concreto Já Rachou e Nunca Fomos Tão Brasileiros juntos em um único CD)
    * R ao Contrário (2006)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plebe_Rude



- Postado por: verdeamarillo às 20h52
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Banda dos Anos 80 - Hojerizah

O nome Hojerizah é a estilização de ojeriza, sinônimo de aversão, e vem da raiz espanhola ojo, que quer dizer olho. Tudo a ver com uma banda que causava estranheza não só pela voz operística de Toni Platão como por apresentar músicas com melodias pesadas quando a moda era a onda new wave, em que o visual valia mais que do que o resto. A formação mais duradoura e conhecida foi a composta por Toni Platão (vocal), Flávio Murrah (guitarra e principal compositor), Marcelo Larrosa (baixo) e Álvaro Albuquerque (bateria). Surgido no fim de 1983, o Hojerizah começou vagando pelos porões cariocas e levou alguns anos para criar uma identidade, sendo considerado durante bom tempo de difícil assimilação pelas gravadoras. Com Pros que Estão em Casa, música que integrava um compacto simples gravado em 1985 pela BB Records/Polygram, passaram a aparecer em rádios alternativas. Em 1987, soltaram Hojerizah na praça, com referências culturais como Dalí e Buñuel (com a capa que recriava uma cena do filme Um Cão Andaluz), temática desencantada do pós-punk e cuidadosa atenção nos arranjos. Trazia regravação de Pros que Estão em Casa, que conseguiu um bom espaço nas rádios. Há ainda clássicos como Tempestade em Viena e Senhora Feliz. Menos sorte teve Pele, em que apenas duas músicas, Fogo e A Lei foram tocadas em rádios alternativas. Pouco divulgado pela gravadora, ele é mais lírico e rico do que o antecessor. Pele teve poema de Jean Rimbaud traduzido por Ledo Ivo em Canção da Torre Mais Alta. Após quase sete anos de estrada, o Hojerizah dissolveu-se, pouco depois de ter sido dispensado pela gravadora. Foi considerada uma das duas melhores bandas da divisão de base carioca (ao lado dos Picassos Falsos, com quem apresentaram-se juntos por muitas vezes), por Arthur Dapieve, em seu livro BRock. Toni partiu para uma carreira solo e já tem dois discos lançados. Flávio ficou dois anos em tratamento psiquiátrico e hoje, convertido à Igreja Renascer, toca na banda Horda. Marcelo tornou-se gerente do estúdio 585 e Álvaro aventurou-se pelo ramo de alimentos. O Hojerizah reúne-se esporadicamente em shows, como em 1994, para lançar uma coletânea dividida com os Picassos Falsos.

Fonte: http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/hojerizah.asp



- Postado por: verdeamarillo às 20h48
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Bandas dos Anos 80 - Herva Doce

A idéia para criar o grupo surgiu no carnaval de 1982, quando Marcelo Sussekind e Renato Ladeira gravaram quatro músicas "demo" ("Volta Meu Bem", "Ganhei Um Avião", "O Negócio é Relaxar" e "Não Faz Sentido" – esta última, se transformaria posteriormente num grande sucesso na voz de Ney Matogrosso). A "demo" foi apresentada a Fernando Mansur, locutor da Rádio Cidade do Rio de Janeiro, que acabou por incluir "Volta Meu Bem" na programação da rádio.

Em seguida, Sussekind e Ladeira assinaram um contrato com a EMI Odeon. Por exigência da gravadora, tiveram de desistir de se apresentar como dupla e montaram uma banda, a qual incluía o baterista Sérgio Della Mônica (que apenas assinou o contrato, mas que nunca se apresentou com o grupo), o baixista e guitarrista Paul de Castro e o baixista Roberto Lly. O primeiro LP do grupo foi lançado em novembro de 1982 tendo como carro-chefe a música "Erva Venenosa" (versão de "Poison Ivy" dos Rolling Stones).

O grande momento do "Herva Doce" ocorreu em 18 de junho de 1983, quando abriram o show do KISS no estádio do Maracanã, tendo se apresentado para um público estimado entre 140 e 200 mil pessoas (dependendo da fonte). O grupo também abriu um show do Van Halen no Maracanãzinho.

Depois de gravar mais um disco pela EMI, o grupo assinou contrato com a RCA. Nesta época, Paul de Castro e Pena saíram da banda, dando vez para Fred Maciel (bateria e voz).

O primeiro LP pela RCA (terceiro do grupo) trazia a faixa-título "Amante Profissional", um grande "hit" nas rádios do Brasil e que originou (numa época pré-MTV) o número recorde de três videoclips por três emissoras de TV diferentes.

A banda gravou ainda mais um LP ("Desastre Mental", de 1986), que teve boa recepção por parte da crítica, mas cujas vendas não foram expressivas. Finalmente, após a saída de Fred Maciel, o grupo ainda chegou a lançar um compacto com a música "Faz Parte do Meu Show", escrita por Renato Ladeira e Cazuza, e que acabaria sendo um grande sucesso na voz do último.

Discografia

    * Herva Doce (1982), EMI-Odeon, LP/CD
          o 01 – Erva venenosa (Palson ivy)
          o 02 – Não faz sentido
          o 03 – Devo, não nego
          o 04 – Volta meu bem
          o 05 – O negócio é relaxar
          o 06 – Pra você me amar
          o 07 – Herva doce
          o 08 – Ganhei um avião
          o 09 – Eu adoro você
          o 10 – Sentimento voa
          o 11 – Bom mesmo é paixão
          o 12 – Topete
          o 13 – O que é que eu vou fazer (What'd I say)
          o 14 – Bip bip

    * Herva Doce (1983), EMI-Odeon, LP
          o 01 – Bip bip
          o 02 – Magia sensual
          o 03 – Mulheres da minha vida
          o 04 – Faz gostoso
          o 05 – Coração em greve
          o 06 – O que é que eu vou fazer (What'd I say)
          o 07 – Atrás do chapeuzinho
          o 08 – Topete
          o 09 – Parei geral
          o 10 – Bom mesmo é paixão

    * Amante Profissional (1985), RCA-Victor, LP/CD
          o 01 – Amante profissional
          o 02 – Doce mistério
          o 03 – Sai de mim
          o 04 – Sempre minha amiga
          o 05 – Passa a mão
          o 06 – Pra te ou me encontrar
          o 07 – Não me use
          o 08 – Ganhei você
          o 09 – Tô tan tan
          o 10 – Aqui jazz um rock

    * Desastre Mental (1986), RCA-Victor, LP/CD
          o 01 – Falso viciado
          o 02 – Última gota
          o 03 – Venenosa
          o 04 – O homem perfeito
          o 05 – Estações
          o 06 – Desastre mental
          o 07 – Estranho
          o 08 – No fundo te amo
          o 09 – Diferente
          o 10 – Radiomaníaco

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Herva_Doce



- Postado por: verdeamarillo às 20h41
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Bandas dos Anos 80

Gang 90

 Grupo de rock formado por Júlio Barroso (voz), Lonita Renaux (voz), Alice Pink Punk (voz), May East (voz), Luíza Maria (voz), Herman Torres (guitarra e voz), Otávio Fialho (baixo), Luiz Simas (teclados) e Gigante Brasil (bateria) na cidade de São Paulo no início da década de 1980. Surgiu na boate paulista Paulicéia Desvairada, liderado pelo jornalista e cantor Júlio Barroso, que atuava como disc-jóquei. De início, Júlio apresentou a performance "Perdidos na selva", na boate, acompanhado por sua irmã Denise (Lonita Renaux), a cantora holandesa Alice (Pink Punk) Gwendolyn e Maria Elisa (May East). Da performance, a idéia evoluiu para um show e inscreveram "Perdidos na selva" no festival da Rede Globo "MPB-Shell 81". Classificado para a final, o grupo tornou-se nacionalmente conhecido, lançando ainda nesse ano, pelo selo Hot, de Nelson Motta, um compacto com as músicas "Perdidos na selva" e "Lilik Lamê". Em 1981, participou do festival "Os Heróis do Rock", realizado em São Paulo, no ginásio do Palmeiras, junto aos grupos Verminose e Made In Braazil, entre outros. Devido a uma viagem de Júlio Barroso a Nova York, o grupo esteve de recesso até 1983, quando retornou à cena entusiasmado com o sucesso da Blitz. Sem Luíza Maria, lançou seu primeiro LP pelo selo RCA Victor: "Essa tal de Gang 90 & As Absurdettes". A música "Nosso louco amor" foi transformada em tema da telenovela "Louco amor", exibida pela Rede Globo. Lançada em compacto, vendeu quase 100.000 cópias, tornando-se o maior sucesso comercial do grupo. Participou também, na mesma emissora, do especial infantil "Pluct plact zuumm". No ano seguinte, uma tragédia fez com que o grupo ficasse mais um ano sem gravar, Júlio Barroso faleceu em São Paulo. Abalado, o conjunto só retornaria ao estúdio em 1985. Nesse ano, lançou o LP "Rosas & tigres" e, em 1987, o disco "Pedra 90". Contudo, em ambos os casos, sem obter o sucesso anterior. O grupo encerrou as atividades no final da década de 1980.

Fonte: http://www.dicionariompb.com.br/detalhe.asp?nome=Gang+90+e+As+Absurdettes&tabela=T_FORM_E&qdetalhe=his



- Postado por: verdeamarillo às 20h46
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